Vis Internacional Commercial Arbitration Moot

Alunos do Grupo Marco Maciel de Mediação e Arbitragem da Unicap participam da 26a edição do Vis Internacional Commercial Arbitration Moot na cidade de Viena- Áustria, nos dias 13 a 16 do mês em curso. O grupo é formando pelos alunos Carolina Harrop, Daniel Belian Saraiva, Dulce Sampaio, Izis Barbosa, Maria Eduarda Mousinho, Paulo Lafayette e Sarah Vidal de Souza.

Meeting de negociação

A ASTEPI sediou no último final de semana, o Meeting de negociação, com grupos de alunos da Unicap e de outras instituições da Bahia, Maranhão, Paraíba, Pernambuco e Rio Grande do Norte com mais de 100 participantes. O evento foi fruto de uma parceria entre a CMI e a Universidade Católica.

O coordenador da Astepi, professor Fernando Lapa explica que o evento foi a seletiva regional para o nacional que ocorrerá em Belo Horizonte, e posteriormente, os vencedores farão experimentação de 05 dias em Havard antes de seguirem para Tóquio, onde será realizada a final internacional.

 

Universidades se valorizam ao prestar serviços às comunidades

Quarta-feira, 27 de fevereiro de 2019, 18h41

 

Medicina, direito, odontologia, educação, psicologia são algumas das áreas em que universidades de várias regiões do país prestam serviços gratuitos às comunidades. Reconhecidas como um grande benefício à população, essas atividades são campo para a prática de estágio obrigatório de seus estudantes.

Universidade Católica de Pernambuco (Unicap), Universidade de Brasília (UnB) e Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM) são exemplos de instituições que atendem à comunidade. O professor Fernando Augusto Lapa Guimarães, coordenador da assessoria jurídica (Astepi) da universidade comunitária Unicap, os ganhos pedagógicos dessas atividades são muito importantes. “Primeiro, o ganho acadêmico e científico, pela oportunidade de exercitar na prática as atividades, no caso, do direito e da advocacia”, comenta ele. “Depois, o ganho social, no atendimento à comunidade carente, que não encontra apoio do estado e a universidade assume esse papel de buscar a solução para seus problemas e conflitos.”

Fernando Guimarães conta que o aluno, juntamente com o professor, recebe o cliente e faz os encaminhamentos jurídicos. “Quando possível, se estabelece uma conciliação. Como temos convênio com o Tribunal de Justiça, isso ocorre no próprio núcleo da prática.” Do contrário, formaliza-se uma ação, entregue no tribunal, com o acompanhamento do acadêmico. “Essa experiência é um ganho acadêmico e social.”

“Com o atendimento à comunidade, aprendemos a aplicar o direito na prática, e não ficamos limitados à sala de aula”, observa Ricardo Cavalcanti, aluno do décimo período de direito da Unicap. “Não podemos ficar somente na teoria e esquecer da prática. E com a prática laboratorial, aprendemos a usar nosso conhecimento.” O empresário Franklin Azevedo, que recebeu assistência jurídica da universidade, complementa: “Com esse trabalho de conciliação, tem diminuído a carga sobre a justiça. Muitos casos são resolvidos aqui sem precisar chegar até o juiz, por meio de conciliação.”

 

Fonte: http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=73791

Meeting de negociação

Na última sexta-feira foi dado início ao Meeting de negociação através do seu pilar de capacitação das equipes da região Nordeste, com equipes representando universidades de Pernambuco, Paraíba e Rio Grande do Norte.

O Workshop foi ministrado pelo Henri Krause, CEO da CMI, que instruiu os alunos com as técnicas de negociação de Harvard, através de metodologias teórica e prática nas sessões de negociação.

As equipes participarão da qualificatória Nordeste do Meeting de negociação entre os dias 22 e 24/03/19 na ASTEPI, para a seleção da equipe que representará o Nordeste na Competição Nacional em Belo Horizonte entre os dias 18 a 21/04/19.

Ex-aluna de Direito mantém relação com a Unicap por meio do voluntariado

A formatura em Direito no primeiro semestre de 2017 não representou fim do vínculo entre a Unicap e Ana Catarina Pereira Gomes. Pelo contrário, mesmo tendo concluído os estudos, a ex-aluna seguiu como advogada voluntária na Assessoria de Treinamento, Estágio, Pesquisa e Integração (Astepi), o Núcleo de Prática Jurídica da Católica. Catarina comemora um ano de voluntariado contribuindo com cerca de 30 processos na área cível.

“Achei uma boa oportunidade atuar como voluntária porque sempre quis ter tempo para estudar para concurso e não trabalhar em escritório, mas aqui eu descobri que o sentido do voluntariado era outro: além do aprendizado, há o prazer de ajudar as pessoas”. Catarina avalia a relação com a Unicap como sendo de troca. Ela conseguiu uma bolsa de assistência social de 100% da Universidade. “Então hoje eu retribuo fazendo algo de coração”.

Assim como os alunos das disciplinas práticas de direito trabalhista, civil e penal, os advogados voluntários também são supervisionados por professores. “Tive muita sorte de pegar o professor Fernando Lapa que tem muita experiência no ensino”, contou Catarina se referindo ao coordenador da Astepi.

Ainda no ensino médio, Catarina já sonhava em estudar na Unicap. “Eu dizia: ‘mãe, eu só quero a Católica porque outra faculdade não vai me dar um bom currículo. Só quero a Unicap’ “, disse ela se recordando dos tempos do Vestibular. O bom relacionamento de Catarina com os professores da Católica começou já nos primeiros semestres do curso. Antes de conquistar a bolsa, ela teve ajuda de uma das professoras. Catarina prefere não revelar o nome a pedido da própria docente que já não está mais na Unicap.

“Ela me ajudou bastante durante um tempo e depois me encaminhou a Padre Lúcio (Pró-reitor Comunitário ao qual a Divisão de Ação Social está ligada) e disse para falar em nome dela. Contei toda a verdade: que não tinha condições de pagar a Universidade”, relata Catarina que nem esperava conseguir bolsa de 100%. “Foi um dos grandes momentos da minha vida. Liguei para a minha mãe e ela gritava feito louca”, relembra a advogada emocionada. “Vou levá-la para o resto da minha vida. Não tenho palavras para agradecer”, disse Catarina ao se referir à professora.

A jovem advogada continua aprendendo na Astepi, mas ao longo desses anos frequentado o ambiente da Universidade ela já tirou lições suficientes para aconselhar quem está chegando agora. “Se você não tiver uma boa base, você não será um bom profissional. Por isso é fundamental aproveitar todas as disciplinas porque os concursos cobram. No final, o que importa é o conteúdo que a gente traz”, afirmou Catarina que planeja fazer concurso para a magistratura federal a partir de 2020.

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