Recife: A cidade Playable

O Projeto Recife: A cidade Playable é parte do programa de ate e criatividade Transform 2012-Brasil 2016 , uma parceria entre o Porto Digital (Recife) e da British Council (Reino Unido), que busca desenvolver o diálogo artístico entre os dois países, permitindo que artistas e profissionais compartilhem experiências e colaborem em projetos sobre mudança criativa e social para as instituições, indivíduos e comunidades.
Recife: A cidade Playable baseia na experiência de trabalho com a interseção da cultura e da tecnologia digital para reunir artistas britânicos e brasileiros, produtores, empresários e especialistas em tecnologia para explorar e desenvolver novas idéias que incentivam a participação audiência e participação na cultura.

 

O objetivo do programa é:

  • Explorar como a inovação no pensamento criativo pode modificar e fortalecer as economias
  • Desenvolver redes de contato e explorar o potencial para o intercâmbio e a coprodução em nível internacional
  • Permitir a troca direta e a aplicação prática de conhecimento, habilidade, ferramentas e ideias
  • Incentivar o público a se envolver com novos trabalhos digitais e práticas culturais
  • Construir as bases para uma estratégia de colaboração com duração de quatro anos

O programa consiste em três vertentes do projeto que culminará (e formam a base) de um festival de fim de semana em Recife, em agosto de 2013: produtores que produzem, Laboratório Cidade reproduzível e Festival. 

Acesse o site para maiores informações e para saber como participar do projeto.




Guerra dos Farrapos vira jogo para Android e PC

Não é à toa que nosso país classifica os jogos como produto cultural. Agora, histórias do nosso país são temáticas para jogos de entretenimento, não voltados para educação. Isso quer dizer que podemos retratar nossos “heróis” para o mundo, sem ficar pensando: o mundo vai jogar isso???

Uma prova disso são os projetos desenvolvidos pelo curso de Jogos Digitais da Faculdade de Tecnologia (FATEC) de São Caetano do Sul, SP, que desenvolveram dois jogos que contam trechos da Revolução Farroupilha: A Irmandade dos Farrapos e Piratini. Os projetos foram produzidos sob orientação da professora Érika Caramello, co-fundadora da 8D Games.

Os desenvolvedores de jogos, muitas vezes, só repetem aquilo que veem nos jogos de estúdios estrangeiros. Mas a história do Brasil é rica e vários episódios dela podem render bons games“, afirmou a professora Érika sobre a importância dos projetos.

Desenvolvido em html5, o primeiro é um game online de plataforma que narra a história de um soldado revolucionário que luta contra as forças do império para concretizar os objetivos da Revolução Farroupilha, também conhecida como Guerra dos Farrapos, o movimento separatista que eclodiu no Rio Grande do Sul entre os anos de 1835 e 1845. O game possui três fases e está disponível em site próprio.

O segundo game chama-se Piratini e está disponível para smartphones e tablets com o Android. O título desafia o jogador a acertar alvos inimigos antes dos soldados imperiais, que foram retratados como caixas. O game possui duas versões: 1 versão Lite gratuita (com uma fase do jogo) e outra completa (com as três fases do jogo) por US$ 1 no Google Play.

De acordo com os idealizadores, a escolha da Revolução Farroupilha como tema dos projetos se deu pela grande quantidade de documentos sobre este período histórico e a importância na história do Brasil. Todo o material disponível facilitou a criação do jogo, deste modo, os desenvolvedores puderam retratar em detalhes as vestimentas, cenários e a música gaúcha da época.

É importante lembrar, que essa iniciativa já foi desenvolvida em 2004, com a bela repercussão do jogo Erinia. Atualmente, muitas empresas e analistas de mercado já apontam que os jogadores brasileiros apreciam muito os games que tenham a ver com a cultura de nosso país.

Agora é ver como a comunidade brasileira reage com mais um game retratando um pouco da história nacional. Ao menos temos certeza que os jogadores gaúchos mais fervorosos vão dar uma olhada nesses projetos.

Fonte: GameReporter




Robô Livre assume curadoria de robótica da Campus Party Brasil

Iniciativa pernambucana irá trabalhar conceitos de inovação, metareciclagem e robótica livre para a edição do próximo ano do evento, em São Paulo

Dentre as novidades previstas para a próxima Campus Party Brasil (CPBR6), maior evento tecnológico do mundo nos campos de inovação, ciência, cultura e entretenimento digital, que ano passado reuniu mais de 7.500 campuseros na cidade de São Paulo, está o anúncio de que a iniciativa pernambucana Robô Livre assume a curadoria da área de robótica do evento.

Rodrigo Medeiros – Professor do Curso de Jogos Digitais da Unicap

Depois de exitoso trabalho desenvolvido pelo Robô Livre na curadoria da área durante a Campus Party Recife, ocorrida em junho deste ano, o objetivo é levar para a edição nacional do evento os processos de inovação, metareciclagem e robótica livre. “Esses conceitos são a tônica das atividades que desenvolvemos com nosso projeto e sempre foram os principais temas de interesse da parte de robótica da CPBR. Nossa intenção é contribuir para a desmistificação da robótica e da tecnologia, ao trabalharmos com o caráter de experimentação e focados em projetos”, afirma Rodrigo Medeiros, responsável pelo projeto Robô Livre e professor do curso de Jogos Digitais da Universidade Católica de Pernambuco.

A expectativa é levar para os 8.000 campuseros esperados na CPBR6 temas mundialmente reconhecidos como os mais inovadores em se tratando de robótica, que assim como na edição recifense contou com palestras sobre protocolos de comunicação unificados, microcontroladores e VANTS – veículos autônomos não tripuláveis.

 

O Robô Livre

Criados e programados por poucos e utilizados por muitos, os dispositivos tecnológicos estão mediando a nossa relação com o mundo em escala cada vez maior. Neste contexto, o aprendizado de noções básicas de robótica e linguagem tecnológica é campo essencial para a compreensão das caixas-pretas desses aparatos. O Robô Livre surge para ajudar a preencher essa lacuna no desenvolvimento pedagógico de estudantes do ensino fundamental e médio, fomentando o interesse e o aprendizado em torno do funcionamento dos aparelhos que regulam nosso trabalho, estudo, lazer e as tarefas mais corriqueiras do cotidiano.

Ao trabalhar com um viés que procura desmistificar a tecnologia, a Robô Livre desenvolve suas atividades ancorada no slogan “é fácil fazer”, que evidencia a robótica como um área de experimentação e pesquisa aberta a qualquer pessoa, independente de conhecimento prévio sobre o tema, formação, idade ou condição sociocultural.

Com uma Plataforma para desenvolvimento colaborativo que começou a ser projetada há mais de sete anos, o Robô Livre ampliou sua ação em 2010, com a formação do seu programa de inclusão tecnológica. Com o intuito de formar grupos de pesquisa autossuficientes em robótica em cada instituição em que atua, a iniciativa atualmente opera seis núcleos de pesquisa e desenvolvimento das suas atividades na Escola Estadual Poeta Manuel Bandeira, no Colégio de Aplicação da UFPE, no Colégio Apoio, no CRC Marista, no SENAI e no Espaço Ciência.

Mais informações
Henrique Foresti | 81 9989.1008
Rodrigo Medeiros | 81 9733.0199
www.robolivre.org

Iniciativa pernambucana irá trabalhar conceitos de inovação, metareciclagem e
robótica livre para a edição do próximo ano do evento, em São Paulo