O EVOLUCIONISMO CRIADOR DE CHARDIN: ASPECTOS ANTROPOLÓGICOS

Luiz Alencar LIBÓRIO

Resumo


Há poucos anos, celebrou-se o bicentenário do nascimento de Charles Darwin e ante a persistente celeuma existente, nos meios acadêmicos, entre o criacionismo e o evolucionismo, vistos como antagônicos pela cultura de então, como também, às vezes, em nossos dias, e também às vésperas do cinquentenário da abertura do Concílio Ecumênico Vaticano II (1962-2012), visa-se, com este artigo, fazer uma reflexão sobre os aspectos antropológicos do pensamento do jesuíta, Pierre Teilhard de Chardin, sacerdote, biólogo e paleontólogo que tenta colocar uma visão de síntese (evolucionismo criador) sobre a problemática. É claro que essa tentativa de quebrar paradigmas agrada a uns e desagrada a outros. No entanto, Chardin teve a grande ousadia de colocar algo novo e de ver Deus latejando em todo processo evolutivo. A matéria é um momento no Espírito e Deus é o Alfa, Meio e o Ômega, o Início, o Fim e o Meio (Canção Gità de Raul Seixas) de todo processo evolutivo, tendo o homem um lugar privilegiado nesse processo como protagonista da evolução: terceiro infinito, novidade absoluta, flecha da evolução em busca da plenitude: a amorização.

Palavras-chave


Cristianismo e modernidade. Evolucionismo. Criacionismo. Evolucionismo criador. Amorização.

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DOI: https://doi.org/10.25247/paralellus.2011.v2n4.p227-240

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