Muçulmanos

 

O ISLAMISMO

O islamismo tem a sua origem derivada da palavra islã que na língua árabe significa submissão, obediência. A religião islâmica consequentemente é uma das poucas religiões que não traz na origem do seu nome, o do seu fundador ou do lugar de origem do povo que a professa. Diferentemente do cristianismo, budismo, zoroastrismo que trazem a marca do seu fundador no nome da crença (Jesus Cristo, Buda, Zoroastro), ou o nome da tribo de origem no caso do Judaísmo (tribo de judá), o islamismo goza da particularidade de não estar associada a nenhum homem ou povo em particular. Segundo os muçulmanos, a palavra islã não implica relação desta natureza porque não é propriedade de nenhuma pessoa, nem nenhum povo ou país em particular. Portanto, é uma religião de caráter universalista que tem como escopo suscitar e cultivar no homem da atualidade, a atitude de obediência aos preceitos e valores éticos de seu livro sagrado denominado de Alcorão.

É fundamental na teologia islâmica o monoteísmo. A proclamação de fé de que “o único Deus é Allah e Mohammad o seu profeta” (Ashahadda) é a senha para se tornar muçulmano. Basta proclamá-la para se tornar muçulmano. A primeira parte da profissão de fé islâmica “só Deus é Deus”, é o movimento do homem para o divino, do exterior para o interior. Distingue o Real (Deus) de tudo o que é irreal, isto é, de tudo o que é visto ou concebido fora de sua relação com Deus. A segunda parte da profissão de fé, “Mohammad é seu profeta” se caracteriza como um movimento de reação de Deus para os homens mediante seu mensageiro Mohammad.

A fé islâmica é relativamente simples. Não existem sacramentos no sistema de culto apresentado por Mohammad. Existem sim, práticas ou deveres religiosos de caráter compulsório. Os cinco pilares do islã são: a) a recitação da profissão de fé (Ashahadda); b) as orações obrigatórias (assalát); c) o interesse pelos necessitados (Zakat); d) as práticas de auto-purificação do jejum (assaum); e) a peregrinação à Meca para aqueles que tiverem posses (Al Hajj).

A crença islâmica está edificada sobre três parâmetros fundamentais: a) A crença no Deus Uno e Único, isento de atributos das criaturas e caracterizado pela perfeição absoluta; b) a crença na revelação (wahi), na profecia (nubuwa), na liderança (immah), juntamente com a crença em todos os profetas e mensagens, de Adão, passando por Jesus e terminado em Mohammad; c) crença em uma vida após a morte, na dádiva divina, no Paraíso eterno e também no castigo eterno, o inferno.

O livro sagrado dos muçulmanos denominado Alcorão é dividido em 114 Suratas (capítulos) e é formado de um total de 6.342 versículos. Considera-se que 92 capítulos foram revelados ao profeta em Meca e 22 capítulos em Medina. Os capítulos estão dispostos aproximadamente de conformidade com o seu tamanho e não de conformidade com a ordem cronológica da Revelação. Os capítulos revelados em Meca consistem de sentenças curtas, cheias de entusiasmo, poéticas e resplandecentes. Eles relatam um Deus todo misericordioso, denuncia a adoração de ídolos, promete a recompensa aos justos e adverte os pecadores sobre a punição infernal para aqueles que não cumprirem a lei. Os capítulos de Medina, por outro lado, são extensos, abordam aspectos ritualísticos do Islã, jejum, peregrinação e estabelecem leis penais, morais e políticas. Como é o caso da maioria dos livros sagrados que compõem o cenário religioso mundial, o Alcorão não foi escrito por Mohammad, já que ele não sabia ler e escrever. Mohammad pregava suas idéias ao sabor da inspiração e das situações vividas no momento.

O Alcorão é fruto de uma tradição oral em que os seguidores de Mohammad retinham de memória as que lhes eram transmitidas ou escreviam em materiais disponíveis da época como peles de cabra, omoplatas de camelo, pedras e pergaminhos. Após a morte do profeta, o seu sucessor, o califa Abu Baker, receando que as mensagens do profeta se perdessem com o desaparecimento dos primeiros companheiros e as flutuações dos textos memorizados, convocou Zaid Ibn Thábit, que era um dos escribas do profeta, para que se responsabilizasse por essa tarefa. Sabendo da responsabilidade da missão a ele confiada, não aceitava qualquer versículo (aya) como verdadeiro, somente após a confirmação de duas pessoas terem ouvido tal aya do profeta. Assim, ocorreu a primeira compilação.

É importante registrar que o Alcorão, para a ortodoxia islâmica, só pode ser recitado na língua árabe, já que, segundo os dirigentes islâmicos, ninguém consegue dar a eloquência, a musicalidade e as rimas do texto original. A versão na língua nativa traz o que cada versículo significa, mas não é a mesma coisa que o original, já que as palavras árabes admitem mais do que uma tradução e é possível tirar outros significados dos versículos.

O islã rejeita quaisquer atentados terroristas que atingem inocentes, não importando a que religião, ração, ideologia política que eles pertençam. Qualquer atentado promovido por grupos denominados muçulmanos, o Islã está isento daqueles criminosos já que eles somente a si representam. A mensagem do islã é de paz, de proteger as pessoas, impedindo o derramamento de sangue seja por qual interesse for. A mensagem do islã é a reforma da humanidade, manutenção dos valores éticos, instauração do monoteísmo puro e o respeito aos direitos humanos. Tudo o que for contrário a esses interesses não representa o Islã.

No Islã, a palavra paz é um dos Noventa e Nove Nomes de Deus. Para os muçulmanos o próprio Alcorão é a paz (Surata 97,5). Os muçulmanos acreditam que a saudação da paz é o cumprimento com que são recebidos os bem aventurados quando entram no paraíso.

Centro Islâmico do Recife
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20 comentários Adicione o seu

  1. Karina Mello da cruz disse:

    Adoro os muçulmanos

    1. ibrahim disse:

      sou um muçulmano tbm adora vocé
      O Significado do Islam
      A palavra Islam deriva da raiz árabe “Salam” que significa paz, pureza, submissão, obediência, etc. no sentido, religioso, a palavra Islam significa “Submissão voluntária à vontade de Deus e Obediência à sua Lei” A relação entre o sentido original e o religioso da palavra é forte e evidente. Só através da submissão voluntária à vontade de Deus e da obediência à sua lei pode desfrutar-se da verdadeira paz e da pureza duradoura.

      Há os não muçulmanos que chamam a nossa religião “Maometismo” e tratam os que crêem no Islam Por “Maometano”. Os muçulmanos devem rejeitar esse conceito. Se a nossa fé fosse classificada de “Maometismo” e se fossemos designados por “maometanos” tal fato nos traria implicações gravíssimas. Esse erro implicaria que a religião teria o seu nome de um mortal, que é Muhammad, e que o Islam não é mais do que um outro “esmo”, tal como Judaísmo, Hinduismo, Marxismo, etc.

      Uma outra implicação incorreta de tal denominação é que os não avisados poderiam pensar que os muçulmanos, que eles tratam por maometanos, adoram Muhammad ou crêem nele da mesma maneira como os cristãos que crêem em Jesus (como filho de Deus). Uma outra implicação errônea é o fato da palavra Maometismo ser capaz de induzir em erro os incautos e dar-lhe a entender que a religião foi fundada por Muhammad e, portanto deriva o seu nome do nome do fundador. O Islam não é pura e simplesmente um outro “ismo” nem os muçulmanos adoram Muhammad ou olham para ele da mesma maneira como os cristãos, judeus, hindus, marxistas, etc., olham para os respectivos lideres.

      Os muçulmanos só adoram Deus, Muhammad era só um ser mortal encarregado por Deus de divulgar a palavra de Deus e levar uma vida exemplar. Ele aparece na história como melhor modelo de um homem que vive na piedade e perfeição. É uma prova eloqüente do que pode ser um homem e do que pode realizar no reino da excelência e da virtude. O fundador original do Islam não é outro senão o próprio Deus e Muhammad (conhecido entre nós por Maomé, do galicismo “Mahomet”) foi o seu ultimo mensageiro.

      O verdadeiro nome da religião é o Islam, e os seus adeptos chamam-se muçulmanos. Contrariamente às concepções populares errôneas, o Islam ou submissão á voluntária vontade de Deus, juntamente com obediência à Sua Lei, não significa de maneira nenhuma perda da liberdade individual ou rendição perante o fatalismo. Segundo a doutrina islâmica, Deus é o mais clemente e bondoso; Ele ama e preocupa-se com o bem-estar do homem, e toda a Sua sabedoria e cuidado dirigem-se às Suas criaturas. A Sua vontade é, portanto expressão da Benevolência e da Bondade, e todas as leis que Ele outorga tem que servir o interesse da humanidade.

      Quando as pessoas obedecem às leis do seu país, são consideradas como bons cidadãos e membros honestos da respectiva sociedade. Nenhum individuo responsável dirá que tais pessoas perdem a sua liberdade por obedecer à Lei de Deus. Nenhum ser racional pensaria ou acreditaria um momento só que tais cidadão que respeitam as leis do seu país sejam fatalistas e fracos. Da mesma maneira, quem se submeter à vontade de Deus. Nenhum ser racional pensaria ou acreditaria um momento só tais cidadãos que respeitam as leis do seu país sejam fatalista e fracos, Da mesma maneira, quem se submeter a vontade de Deus, que é uma vontade benéfica, é uma pessoa sã e honesta. Ela ganha a proteção dos seus direitos, mostrando sinceros respeito pelos direitos dos outros e desfrutando em grande medida de uma liberdade responsável e criadora. Portanto, a submissão à vontade de Deus não elimina nem diminui a liberdade individual. Antes pelo contrario, confere um alto grau de liberdade através de numerosas medidas, Liberta a mente das superstições e enche-a de verdade. Liberta a alma do pecado e do mal e enche-a de bondade e pureza. Liberta o ser da vaidade e cobiça, da inveja e da tensão, do medo e da insegurança. Liberta o homem da subjugação por falso deuses e desejos vis, enquanto lhe abrem os encantadores horizontes da bondade e excelência.

      A submissão à boa vontade de Deus, ao lado da obediência à Sua benéfica Lei, é a melhor salvaguarda da paz e harmonia. Ele dá ao homem a possibilidade de conciliar-se com os seus semelhantes, por um lado, e de conciliar a comunidade humana com Deus, por outro lado. Ela cria a harmonia entre os elementos da natureza. Tudo no mundo obedece às Leis de Deus. O mundo físico, não humano, não tem possibilidade de escolha por si só. Ele não tem nenhum caminho voluntário a seguir por sua própria iniciativa. Mas sim obedecer à Lei do Criador. Excepcionalmente, ao homem é dadas toda a inteligência e capacidade de escolha. E visto que o homem possui as qualidades de inteligência e opção, é convidado a submeter-se voluntariamente á Vontade Boa de Deus e a obedecer às Suas Leis. Se ele escolher o caminho da submissão voluntária a Lei de Deus, Fará harmonia entre ele próprio e todos os outros elementos da Natureza, que necessariamente obedecem a Deus. Ele será coerente com a Verdade e estará em harmonia com todos os outros elementos do Universo. Mas se escolher a desobediência, desviar-se-á do bom caminho e será incoerente. Alem disso, arriscará o desagrado e castigo do Legislador.

      Para resumirmos esta argumentação, será útil a reprodução dum nosso artigo que apareceu no “Observer Dispach” (O, D.) de Utica, em 4 de dezembro de 1972. O Artigo refere-se às distorções e confusões que se fazem a respeito. As justaposições parciais e as repetições são justificadas pelo fato de o assunto ser muito sensível e pela necessidade de acentuação do ponto de vista Islâmico.

      Uma noticia especial ( O D, Nov. 25) é alarmante Ela nos faz sentir pena pelo publico mal informado, assim como por muitos professores e homens do púlpito. É um apelo a todos os homens conscientes e de boa vontade para cumprirem com as suas obrigações morais.

      Marcus Eliason salientava, ainda recentemente que, na parte Jordânia ocupada por Israel, “os muçulmanos, entre outras coisas, adoram Abraão como Ibrahim…”.Nesta época e neste dia, neste pequeno mundo nosso, é incrível ler-se preto sobre branco que “ os muçulmanos adoram Ibrahim”. É ainda mais incrível quando esta noticia vem de fonte suposta conhecedora e é destinada a um publico que tem direito, a saber. Há séculos que muitos ocidentais têm adotado e propagado a idéia de que os muçulmanos adoram Muhammad, cuja religião foi chamada Maometismo, e cujo adeptos eram conhecidos no Ocidente como “maometano”. Logo, pareceu evidente àqueles ocidentais que os muçulmanos adoram Allah “uma espécie de divindade…” E agora, eis a nova descoberta: “só muçulmanos adoram Abraão como Ibrahim…”.

      A verdade é que os muçulmanos nunca adoraram Muhammad, nem qualquer outro ser humano. Eles têm sempre acreditado que Muhammad era um ser mortal, como os outros Profetas anteriores a ele, e que o supremo tributo à humanidade era um homem poder chegar ao mais alto estatuto de profecia.
      Os muçulmanos crêem que muhammad foi o ultimo e não o único Profeta, que reforçou e imortalizou a eterna mensagem de Deus à humanidade. Esta mensagem foi revelada por Deus e muitos Profetas de varias nações em época diferentes, incluindo Abraão, Ismael, Isaac, David, Moisés, Jesus e Muhammad ( a paz esteja com eles). O que é ainda mais importante é que os muçulmanos crêem neles sem nenhuma discriminação.

      Por causa da sua concepção universalista e da sua orientação cosmopolita, os muçulmanos lamentam tão infeliz denominação de “Maometano” e de “Maometismo” que foi dada à sua crença. As implicações são desagradáveis, e com justa razão. Os muçulmanos não se consideram como um grupo racial ou étnico com algum, monopólio exclusivo. A sua religião não deriva de algum homem ou lugar; é transcendente, eterna e universal.

      O nome correto da religião é Islam e os seus adeptos deverão ser designados corretamente por “muçulmanos”. No contexto religioso, a palavra Islam significa submissão voluntária à vontade de Deus e obediência à Sua Lei. A vontade de Deus é definida pelo Alcorão como boa e clemente, e a Sua Lei como mais benéfica e eqüitativa. Qualquer ser humano que se lhe submeter e obedecer voluntariamente é, portanto um muçulmano num estado moral do Islam. É neste sentido que o Alcorão considera Abraão e todos os verdadeiros Profetas (anteriores a Muhammad) como muçulmanos e designa as suas religiões por uma única denominação, que é o Islam. Daqui resulta que, no conceito lato, o muçulmano não é exclusivamente o adepto de Muhammad: ele também segue Abraão, Moisés, Jesus e os outros Mensageiros de Deus.

      Finalmente, a palavra árabe “Allah” no Islam significa simplesmente, mas com muita ênfase, o Deus Único e Eterno, Criador do Universo, Senhor de todos os senhores, Rei de todos os reis. O único pecado imperdoável, segundo o Islam, é crer noutra divindade sem ser Deus. Todas as orações são sempre feitas “em nome de Deus, Beneficente e Misericordioso”.

  2. Patrícia Brasil disse:

    Adorei este site. Pena que não seja bem divulgado. Os resumos das religiões estão muito bem feitos sem preconceitos. Gostei muito.
    Adoro também os muçulmanos. Vivi nos EUA e minha vizinha era muçulmana. Um amor de pessoa. A religião muçulmana é muito bonita. Sou Católica mas tenho que reconhecer que a espiritualidade muçulmana é muito forte.

    1. Jorge Viana disse:

      Olá parceiros do fórum!… Nasci Católico, converti-me ao Evangelho quando eu tinha 19 anos (hoje estou com 72)… desviei-me da prática religiosa já tem 15 anos… hoje já nem sei mais no que acreditar… descobri que a fé Cristã Evangélica não se confirma de fato com tudo aquilo prometido na Bíblia… descobri muitas falcatruas, erros de traduções e falsificações nos escritos bíblicos, até mesmo a silabificação do nome do filho de Deus, Jesus, que de fato deveria ser algo como Yehoshua ou Yeshua… vejo que muitas promessas feitas na Bíblia, de fato não se realizam nas nossas vidas… embora muitas das profecias feitas pelo filho de Deus, o Messias, hoje estão se confirmando… mas o que eu mais gostaria de saber, é um pouco sobre a fé muçulmana, no que eles acreditam, sobre salvação e condenação, sobre o céu e o inferno , sobre a vida eterna, sobre o surgimento da raça humana na terra, sobre quem nos criou e porque nos criou… Agradeço a quem quiser me responder!
      Viana de Novo Hamburgo/RS. Brasil.

  3. thaisa disse:

    eu gostei muito desse tema eu queria ser uma tambem para saber disso mais um pouco

  4. Leonardo Rodrigo disse:

    A religião muçulmana é maravilhosa nos países aonde ela não é dominante… Vai lá no Afeganistão e fala do cristianismo pra ver o que acontece…

  5. maria francisca disse:

    eu gostei muito,dessa religiao nossa è tudo tao natural;e tudo para o bem;gostaria muito de participar como eles tratam as mulheres como um diamante!

  6. Marcos disse:

    Gostaria de fazer uma entrevista com um graduado da religião mulçumana. É para meu curso de teologia, como faço?

  7. Altair disse:

    De fato,está exposição não reflete a realidade, pois constatamos que na pratica o Islamismo
    contem sim a Jihad e produz extremismos fanáticos implícitos na própria fé que a religiao “pacífica” não controla e no final é controlada pelo medo.

  8. marineide alves da silva disse:

    CONHECER É MUITO BOM! EU EVANGÉLICA, MEU NAMORADO,É MULÇUMANO, GOSTEI! DE LER MAS SOBRE, ISLAMISMO!!!!

    1. Tvijos disse:

      Olá Marineide! Minha Namorada tambem é mulçumana e Eu sou envangelico, estamos namorando a pouco tempo e Eu queria saber mais sobre a relação de vocês, me passe algum contato se possivel, aguardo resposta

  9. Arícia disse:

    É obrigatório os sacramentos como casamento etc ???

  10. FPIEUL disse:

    Bom dia!
    Somos alunos da faculdade de psicologia da universidade de lisboa e precisamos muito de ajuda para a realização deste questionário, é muito fácil e rápido de responder. Se poder enviar o link para mais pessoas da sua religião ficaríamos muito agradecidos. Obrigada. https://pt.surveymonkey.com/r/3YYDSZ3

  11. Leila disse:

    Meu marido é mulçumano eu sou católica mais por enquanto estou pesquisando sobre o islã e a cada descoberta me encanto mais e mais…

  12. Lívia disse:

    a religiao islamica e a muculmana sao uma so?? sao iguais???

  13. Ivani Medina disse:

    Tão perigosa quanto à imbecilidade assassina do Estado Islâmico é a covardia ocidental. Na década de 50 o historiador britânico Arnold J. Toynbee havia previsto que a próxima guerra seria entre cristãos e muçulmanos. Vale lembrar que, naquela época, Gerge W. Bush ainda usava calças curtas e nesses últimos 15 anos contabiliza-se quase 25.000 ataques islâmicos (da religião da paz). Depois de um dos ataques mais recentes, a um balneário tunisiano (26/06/2015), 82 mesquitas foram fechadas na Tunísia porque seus clérigos incitavam os fiéis à violência. Aqui não estamos a falar exclusivamente de grupos terroristas, mas também de religiosos com uma responsabilidade social considerável. Sermão inflamado contra o Ocidente não é escandaloso no meio islâmico. O problema é que outros fatos do tipo iriam repercutir negativamente na receita tunisiana com a debandada dos turistas europeus.
    .
    Dizer que nem todo islâmico é terrorista significa o quê? Absolutamente nada! Dizer que os terroristas não são islâmicos, “se fingem de islâmicos”, significa o quê? Que são cristãos disfarçados a confundir a opinião pública? Qualquer bobagem é usada se for para contribuir com o avanço do islã sobre o mundo ocidental.

    Além de mentirosa e ridícula, essa mania de isentar o islamismo da sua responsabilidade é uma opção covarde e equivocada. Não se vai evitar nada de ruim desse modo, uma vez que a omissão favorece a expansão do islã por toda parte, com sua sedução enganadora. Seria mais digno e eficiente dizer: “Resolvam logo isso entre vocês. A construção de mesquitas, madraças, centros culturais e a difusão da sua crença estarão suspensas no Ocidente até que se mostre, na prática, uma solução confiável e duradoura para esse confronto”.

    Hoje, com as informações que dispomos relativas ao comportamento humano, podemos concluir que as atitudes mais ou menos agressivas acabam dependendo muito da índole do indivíduo. A maioria da espécie humana parece tender a boa índole. O problema é que a minoria má é grande demais. Quando o indivíduo se sente liberado à barbárie, não só pela falta da educação, mas principalmente por causa dela ou pela sua cultura religiosa, são os atos dessa minoria altamente numerosa que vão deixar todos em perigo.

    Nesse caso, o ego coletivo pode ser comparado, argumenta Toynbee, ao poderoso e mitológico monstro bíblico Leviatã. Este poder coletivo a mercê das paixões subconscientes escapa à censura pessoal que freia os baixos impulsos do ego. A má conduta, que seria condenada sem hesitação, no entanto, quando o indivíduo transita do singular para o plural, ainda mais sob a instigação de clérigos exaltados amparados por um livro sagrado (Alcorão), encontra a responsabilidade individual em recesso.

    Então, estes, chegam às barbaridades sem culpa alguma, e aqueles que não têm tal inclinação a flor da pele não os condenam Sabem que seus irmãos de crença agiram em cumprimento do livro imutável que orienta a todos. Portanto, ideologicamente devem apoiá-los. Mesmo que essa maioria se sinta constrangida e prejudicada nos seus interesses nas sociedades ocidentais que as abrigam, se veem moralmente contidas. São as sociedades ocidentais que reclamam dos excessos dos seus e não as delas. O Alcorão pode incitar a violência? Dizem que não. Então vejamos alguns versículos de algumas das suas suras.

    Sura 2,193 “E combatei-os até terminar a perseguição e prevalecer a religião de Allah”.

    Sura 3, 85 “Quem quer que almeje (impingir) outra religião, que não o islã, (aquela) jamais será aceita e, no outro mundo, essa pessoa contar-se-á entre os desventurados.”

    Sura 5:33 – “O castigo, para aqueles que lutam contra Deus e contra o Seu Mensageiro e semeiam a corrupção na terra, é que sejam mortos, ou crucificados, ou lhes seja decepada a mão e o pé opostos, ou banidos. Tal será, para eles, um aviltamento nesse mundo e, no outro, sofrerão um severo castigo”.

    Sura 8:12 “E quando o teu Senhor revelou aos anjos: Estou convosco; firmeza, pois aos fiés! Logo infundirei o terror nos corações dos incrédulos; decapitai-os e decepai-lhes os dedos!”

    Sura 8:13 “Isso, porque contrariaram Deus e o Seu Mensageiro; que Deus é severíssimo no castigo”.

    Sura 7, 4 “Quantas cidade temos destruído! Nosso castigo tomou-os (a seus habitantes) de surpresa, enquanto dormiam, à noite, ou faziam a sesta”.

    Sura 8, 60 “Mobilizai tudo quanto dispuserdes, em armas e cavalaria, para intimidar, com isso, o inimigo de Deus e vosso, e se intimidares ainda outros que não conheceis, mas que Deus bem conhece. Tudo quanto investirdes na causa de Deus, ser-vos á retribuído e não sereis defraudados”.

    Sura 8, 72 “Os fiéis que migraram e sacrificaram seus bens e pessoas pala causa de Deus, assim como aqueles que os amparam e os secundaram, são protetores uns aos outros. Quanto aos fiéis que não migraram, não vos tocará protegê-los, até que o façam. Mas se vos pedirem socorro, em nome da religião, estareis obrigados a prestá-lo, salvo se for contra povos com quem tenhais um tratado; sabeis que Deus bem vê tudo quanto fazeis”.

    Sura 8, 74 “Quanto aos fiéis que migraram e combateram pela causa de Deus, assim como aqueles que os ampararam e os secundaram – estes são os verdadeiros fiéis – obterão indulgência e magnífico sustento”.

    Sura 9, 14 “Combatei-os! Deus os castigará, por intermédio de vossas mãos, aviltá-los-á e vos fará prevalecer sobre eles, e curará os corações de alguns fiéis”.

    Sura 8, 60 “Mobilizai tudo quanto dispuserdes, em armas e cavalaria, para intimidar, com isso, o inimigo de Deus e vosso, e se intimidares ainda outros que não conheceis, mas que Deus bem conhece. Tudo quanto investirdes na causa de Deus, ser-vos á retribuído e não sereis defraudados”.

    Sura 8, 72 “Os fiéis que migraram e sacrificaram seus bens e pessoas pala causa de Deus, assim como aqueles que os amparam e os secundaram, são protetores uns aos outros. Quanto aos fiéis que não migraram, não vos tocará protegê-los, até que o façam. Mas se vos pedirem socorro, em nome da religião, estareis obrigados a prestá-lo, salvo se for contra povos com quem tenhais um tratado; sabeis que Deus bem vê tudo quanto fazeis”.

    Sura 8, 74 “Quanto aos fiéis que migraram e combateram pela causa de Deus, assim como aqueles que os ampararam e os secundaram – estes são os verdadeiros fiéis – obterão indulgência e magnífico sustento”.

    Sura 9, 14 “Combatei-os! Deus os castigará, por intermédio de vossas mãos, aviltá-los-á e vos fará prevalecer sobre eles, e curará os corações de alguns fiéis”.

    Sura 9, 111 “Deus cobrará dos fiéis o sacrifício de seus bens e pessoas, em troca do Paraíso. Combaterão pela causa de Deus, matarão e serão mortos. É uma promessa infalível que está registrada na Torá, no Evangelho e no Alcorão. E quem é mais fiel a sua promessa do que Deus? Regozijai-vos, pois, a troca que haveis feito com Ele. Tal é o magnífico benefício”.

    Qualquer semelhança não é mera coincidência com o perfil desses ataques e organizações. O Alcorão incentiva ou não a violência? Fica difícil alegar inocência do islamismo quando ele mesmo depõe contra si ao tentar impor seu ponto de vista.

    O cristianismo já passou por essa fase. Felizmente, a abnegação dos pensadores ocidentais, de todas as épocas, e o iluminismo, na busca constante do aperfeiçoamento, nos ensinou a arte da persistência, pois o pensamento não tem ponto final. Não nos vieram de graça a liberdade de pensamento e expressão que ora desfrutamos. Custou-nos muitas dores, sangue e lágrimas em nossa construção. Devemos muito a memória daqueles que fizeram por onde.

    1. Manu Tigre disse:

      kkk
      você diz que o cristianismo já passou pela violência, mas o que dizer desses terroristas cristãos aí, que estão na África como também nos EUA: http://www.thedailybeast.com/articles/2015/02/15/yes-there-are-christian-terrorists.html
      você diz que o alcorão incita à violência, mas o que dizer dos absurdos e atrocidades que ninguém quer ver na bíblia cristã: http://www.midiaindependente.org/pt/green/2005/01/303620.shtml
      então, dou uma na outra e não quero torna!
      sei que existem santos entre cristãos e muçulmanos, mas isso há em todo canto – e toda religião.
      Manu.

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