Um ano do sacrifício da nossa aluna Izaelma Tavares, assassinada pelo ex-marido

Ainda é tempo de colher amanheceres das noites insones. Ainda é tempo de plantar rosas vermelhas na seiva do sangue. Ainda é tempo de pescar estrelas recortadas da ferida. Ainda é tempo de poder vê-las na madrugada esvaída. Ainda é tempo de derramar o véu da noite na canção emudecida e descobrir na luz o açoite que ceifou a tua vida. Ainda é tempo de escutar teu nome em meio à relva, quando um pássaro revoa e diz “sou Izaelma”.

Onde não estás e aonde não virás é onde para sempre ficarás.

Profa. Andrea Campos

 

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dezembro 03rd, 2012 Postado por : vieira Arquivado em: Eventos, Notícias

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