Curso Superior de Tecnologia em Fotografia

Atualizado em 17/08/2018

Sobre o curso

Sobre o Curso

Curso: Curso Superior de Tecnologia em Fotografia
Reconhecimento: Decreto nº 6.303, de 12 .12. 2007. Publicação: DOU, 15.02.2013
Modalidade: Curso Superior de Tecnologia
Turnos Oferecido: Noite
Carga horária: 1.605 horas
Duração do curso: 04 períodos, mínimo; 06 períodos, máximo
Créditos: 107 créditos obrigatórios
Coordenação: Profª. Renata Maria Victor de Araújo (renatavictor@unicap.br)
Secretaria do curso: Bloco G – 5º andar – fone: (81) 2119-4173

Apresentação

A Universidade Católica de Pernambuco – UNICAP: breve histórico e evolução recente

No início do século XX, em um contexto de poucas instituições de ensino superior e potencial expansão da cidade de Recife, devido às suas condições geográficas, as lideranças eclesiásticas católicas foram adotando, paulatinamente, iniciativas para a fundação de uma universidade. Entre as razões que impulsionavam tais iniciativas estava a preocupação com a formação acadêmica e espiritual de alunos formados pelo Colégio Nóbrega e o atendimento a um público masculino já inserido no mercado de trabalho e que precisava contar com uma instituição com funcionamento noturno (CABRAL, 2013).

A Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras Manuel da Nóbrega foi autorizada a funcionar pelo Decreto-Lei nº 421, de 23 de março de 1943 e representou a primeira decisão estratégica dessa instituição que passou a ofertar, além do ensino básico, o ensino superior.

Por determinação do Decreto nº 19.851, de 11 de abril de 1931, cujo art. 5º foi reeditado pelo Decreto-Lei nº 8.457, de 26 de dezembro de 1945, havia a exigência de que uma universidade brasileira deveria ser constituída por três institutos de ensino superior, sendo dois deles obrigatoriamente: Faculdade de Filosofia, Direito, Medicina ou Engenharia.

A legislação vigente, em conjunto com o baixo desempenho da Faculdade Manoel da Nóbrega, impulsionaria uma outra decisão estratégica que consistiu na união da Faculdade Manuel da Nóbrega à Faculdade de Ciências Econômicas, reconhecida pelo Decreto nº 28.818, de 31 de outubro de 1950, que já funcionava no Recife, e à Escola Politécnica de Pernambuco para constituir, em 27 de setembro de 1951, a Universidade Católica de Pernambuco – UNICAP, conforme Decreto nº 30.417, de 18 de janeiro de 1952. Do momento de sua criação até a década de 1960, a estratégia adotada consistiu em sua própria expansão, construindo novos prédios e ampliando os cursos, obtendo assim a infraestrutura adequada ao desenvolvimento do ensino universitário.

A década de 1970 foi marcada pelos movimentos de redemocratização e luta pelos direitos, o que fortaleceu a relação da Universidade com os movimentos estudantis e sindicatos de professores e funcionários. Essas redes estabelecidas lembram a atual estrutura de uma sociedade civil organizada, de maneira que a UNICAP já representava, em plena ditadura militar, uma comunidade universitária complexa.

Em meio à ampliação de sua estrutura física e do número de cursos, a UNICAP criou, em 1974, a Assessoria de Treinamento, Estágio, Pesquisa e Integração – ASTEPI, tendo como propósito intensificar as suas relações com a comunidade. Essa iniciativa caracteriza o início de um trabalho de extensão relevante por parte da UNICAP, embora esse aspecto ainda não estivesse evidenciado na legislação educacional da época.

Mesmo em meio às dificuldades econômicas decorrentes dos elevados níveis de inflação no Brasil, na década de 1980, o que deixou a Universidade mais dependente das mensalidades dos alunos, e com a diminuição significativa dos subsídios do Governo, a UNICAP prosseguia com a construção de mais blocos e criação de novos cursos, dando continuidade ao seu envolvimento com a comunidade por meio do Fórum Universitário realizado pela ASTEPI, o qual foi reativado e aperfeiçoado em 1988, firmando convênios com Tribunais de Justiça.

Anteriormente às exigências da legislação, a UNICAP se mostrou proativa na busca da melhoria de seus processos de ensino, extensão e, a partir de 1991, institucionalização da pesquisa, começando pelo investimento na formação de seu corpo docente, além da ampliação da infraestrutura. O trabalho inicial de fortalecimento da Pesquisa, tendo como estratégia a formação docente, resultou na integração dos professores da UNICAP aos programas de pós-graduação de diversas universidades, especialmente a Federal de Pernambuco e, no exterior, as conveniadas com instituições jesuíticas na América Latina.

Na década de 1990, além dos esforços para a formação docente e do fortalecimento das atividades de Pesquisa, a UNICAP também passou a desenvolver políticas de autoavaliação institucional.

Esse contexto de avaliação institucional possibilitou à UNICAP uma reflexão sobre sua Missão e Visão organizacionais. Em conjunto com a estratégia de definição da Identidade, Missão, Visão, Valores, entre outros aspectos, outra decisão estratégica consistiu em buscar cumprir as novas exigências relacionadas às dimensões de Ensino, Pesquisa e Extensão, tendo em vista a manutenção do título de Universidade, tanto se adequando como se antecipando à legislação relativa às atividades de Avaliação Institucional.

Em 1998, é criada a Assessoria de Pesquisa e Iniciação Científica – ASSEPES e lançado o Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica, com estudantes financiados, tanto pela instituição, como pela Fundação de Amparo à Ciência e Tecnologia do Estado de Pernambuco – FACEPE e pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico – CNPq. O Desenvolvimento dos trabalhos de Pesquisa permitiu dar início a programas institucionais de pós-graduação stricto sensu, começando pelo mestrado de Psicologia Clínica. (UNICAP, 2011).

A preocupação com o desenvolvimento da Pesquisa, da Extensão e com a discussão dos resultados das avaliações institucionais, realizadas entre os membros da comunidade acadêmica interna e externa, fez com que a UNICAP estivesse, antecipadamente, alinhada às dimensões avaliativas do MEC, definidas pelo Sistema de Avaliação da Educação Superior – SINAES. Em atendimento às determinações do referido Sistema, foi formalizada a Comissão Própria de Avaliação – CPA – no âmbito da IES, consolidando uma prática de avaliação institucional já instalada. No que diz respeito à Extensão, vale destacar que a UNICAP passou a intensificar celebrações de convênios e projetos em parceria com governos e instituições municipais e estaduais de Pernambuco, organizações não governamentais e também com a iniciativa privada, desenvolvendo ações e programas que buscaram e buscam uma relação mais próxima e efetiva com a sociedade e comunidades pernambucanas e, de modo especial, aquelas que demandam maior apoio, seja pelo viés acadêmico e sua atividade fim, seja pelas demandas sociais. Assim, entre os parceiros é possível destacar o Governo do Estado de Pernambuco (Liceu de Artes e Ofícios, Centro Cidadão); o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – IPHAN; a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura – UNESCO/Rede Globo (Criança Esperança) e a Fundação Fé e Alegria entre outros projetos e convênios, além de parcerias como a do Consórcio Universitário “Pernambuco Universitas”.

A concorrência entre instituições de ensino superior aumentou a demanda pelos cursos de diversas instituições, especialmente faculdades privadas, o que acabou interferindo na diminuição do corpo discente da UNICAP. Nesse contexto, a UNICAP enfrenta os grandes desafios no novo século, marcados por uma sistemática mercantilização do ensino superior, com o domínio cada vez maior de grandes grupos educacionais.

Embora os processos de avaliação das IES tenham se aperfeiçoado com o advento do SINAES, a criação, em 2008, dos indicadores tais como o Conceito Preliminar de Cursos – CPC – e o Índice Geral de Cursos – IGC -, vem revelar uma sobreposição da função regulatória estatal sobre a autonomia institucional. Isso se constituiu como mais um desafio à UNICAP, que, mesmo em meio a dificuldades, continuou se desenvolvendo nas dimensões de Ensino, Pesquisa, Extensão, avaliação institucional, além de haver criado novos programas de pós-graduação lato e stricto sensu. No âmbito de ensino, a UNICAP passou a ofertar, em 2007, disciplinas semipresenciais em Educação a Distância – EAD e deu início à criação de cursos tecnológicos, em 2010. No tocante às atividades de Pesquisa, cabe destacar o incentivo à comunidade acadêmica no sentido de aumentar a sua produção científica bem como a publicação de seus trabalhos científicos em fontes diversas, além de desenvolver seus próprios periódicos, a exemplo da Revista Symposium. Com relação às atividades de Extensão, foi criado o Fórum de Extensão e o Instituto Humanitas, além da celebração de vários convênios que permitem a integração constante com a sociedade, especialmente no que concerne aos Direitos Humanos. Esse período traz realizações marcantes, destacando-se: a melhoria do atendimento ao público, humanização dos espaços, fóruns transversais, envolvendo toda a comunidade acadêmica, entre outras ações no campo do Ensino, Pesquisa e Extensão. No que diz respeito à avaliação institucional são significativos os resultados obtidos pela UNICAP nos últimos anos. Em uma escala de 1 a 5, a UNICAP obteve: conceito 4 na avaliação externa institucional em 2009, além de 2 conceitos 5, 17 conceitos 4, e 3 conceitos 3 na avaliação dos cursos de graduação, em um total de 22 avaliações feitas de 2010 a 2016.

As políticas de ensino da UNICAP, atendendo à legislação educacional vigente, contemplam a Educação em Direitos Humanos, as Relações Étnico-Raciais, o Ensino da História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena, a Educação Ambiental e o ensino de Libras. No que se refere à Educação em Direitos Humanos, atende à Resolução nº 1, de 30 de maio de 2012, do Conselho Nacional de Educação – CNE. Quanto aos direitos humanos, busca garantir o estudo de forma transdisciplinar, com forte integração entre Ensino e Extensão, nesse caso contando com a atuação do Instituto Humanitas.

Na gestão atual, cabe destacar a expansão da estrutura e dos cursos da UNICAP, com a ampliação de 3 (três) para 5 (cinco) centros, além da descentralização administrativa e maior capilaridade na gestão, promovendo maior grau de autonomia das coordenações de cursos e maior integração com a direção. Nessas bases, novos cursos têm sido criados, nos níveis tecnológico, como o curso Superior de Tecnologia em Fotografia e Bacharelado, entre eles, Medicina, Enfermagem e Engenharia de Produção.

O processo de internacionalização também tem sido favorecido por convênios nos âmbitos dos programas de Pós-Graduação da UNICAP, os quais, por sua vez, foram desenvolvidos a partir das atividades de pesquisa na instituição. Nesse sentido, vale mencionar a aprovação dos últimos doutorados, consolidando o projeto universitário da UNICAP, quando passamos de 1 (um) para quatro doutorados, bem como a autorização pela Capes de mais 3 (três) mestrados: Teologia (acadêmico); e Indústrias Criativas e História (esses dois últimos mestrados profissionais), totalizando o stricto sensu da UNICAP 9 (nove) mestrados e 4 (quatro) doutorados.

É nesse cenário que foi pensado o PDI 2017-2022 em consonância com o Planejamento Estratégico 2016-2025.

O Curso Superior de Tecnologia em Fotografia: breve histórico

Nos cursos de graduação na área de comunicação da UNICAP, a experiência com disciplinas voltadas para a fotografia, com enfoque no fotojornalismo e na fotopublicidade, revelou o interesse dos estudantes em uma profissionalização segmentada na área da fotografia. No mercado midiático, a exemplo dos jornais pernambucanos, observa-se um elevado percentual de alunos estagiando e ex-alunos que já desempenham uma carreira profissional.

O curso Superior de Tecnologia em Fotografia objetiva formar e ampliar o conhecimento teórico e prático em fotografia, de tal forma que atenda às demandas e necessidades da sociedade e do próprio mercado, formando profissionais qualificados e atentos às exigências e objetivos da prática fotográfica contemporânea.

Esse curso tem um perfil voltado às necessidades do mercado, formando profissionais de qualidade, aptos a trabalharem em qualquer segmento da fotografia, a exemplo do fotojornalismo, da fotopublicitária, fotodocumental, moda, pesquisas e eventos em geral.

O curso proposto tem duração de dois anos e está estruturado em quatro módulos. Desta forma, o aluno poderá concluir o curso no máximo em três anos (seis semestres), o que permite uma maior flexibilidade ao estudante no planejamento e desenvolvimento de sua formação.

A sinergia formada pela teia acadêmica da Universidade possibilita uma maior dinamicidade, versatilidade, legitimação, em consonância com as diretrizes do Mistério de Educação, com o Planejamento Estratégico e o Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI). O curso Superior de Tecnologia em Fotografia tem maior visibilidade externamente e realiza parcerias com organismos e organizações, sejam institucionais, governamentais, não governamentais e, especialmente, com o terceiro setor e privadas no que concerne a recursos informativos e técnicos para nossos corpos docente, discente, relativos ao segmento. Dessa forma, o curso se autorreciclando, de acordo com as necessidades mercadológicas, bem como contribuindo com a sua filosofia de Instituição de Ensino Superior (IES), sendo o ensino e a pesquisa seus pilares científicos, enquanto a extensão propicia um retorno à sociedade, com ações que contribuem para o desenvolvimento social local, regional e nacional. Desse modo, são realizados intercâmbios e parcerias com organismos governamentais, empresariais, não governamentais, locais ou nacionais, através dos órgãos oficiais ou de categorias, além de se estimular o intercâmbio a iniciativa entre nossos estudantes e professores para que aprimorem seus conhecimentos em outras instituições regionais, nacionais e internacionais.

Perspectivas do Mercado

A fotografia tem evoluído muito nos últimos anos, não só na tecnologia dos equipamentos, mas na busca de conhecimento da arte, da técnica fotográfica e na compreensão da linguagem fotográfica. Isso tem levado muitas pessoas a investirem na formação, inclusive na graduação em fotografia, uma vez que o mercado passou a exigir profissionais com este perfil.

Público-Alvo

O curso Superior de Tecnologia em Fotografia tem como público egresso do ensino médio, pessoas que já atuam no mercado de comunicação, graduados em outras áreas que tenham interesse na produção fotográfica e pessoas que queiram aprimorar sua formação na arte de fotografar.

Mercado de Trabalho

A fotografia, como já anteriormente mencionado, está presente em diversas áreas da atividade humana. Alguns setores, contudo, adotam, de forma mais significativa, sua utilização. Assim, entre áreas de atuação do tecnólogo de fotografia, destacam-se: fotojornalismo, fotografia de moda e eventos, fotografia publicitária, fotografia autoral, fotografia documental, produções de audiovisuais, trabalhos aplicados à engenharia e à arquitetura, criação artística e atividade acadêmica.

Requisitos de Acesso

O acesso ao curso se dá através do concurso vestibular, organizado pela Comissão de Avaliação de Vestibular (COAVE), do ENEM, do PROUNI e FIES. Além dessas formas de ingresso, quando da existência de vagas, a UNICAP realiza processo seletivo para o acesso através da transferência de outras instituições para o portador de diploma e para a mudança de curso. O curso Superior de Tecnologia em Fotografia conta com apenas uma entrada no início do ano letivo, com 40 (quarenta) vagas, turno noite.

Apesar da história recente, uma vez que a fotografia só foi descoberta em 1826, observa-se uma crescente evolução tanto nos recursos tecnológicos quanto na linguagem. Inicialmente a fotografia foi vista como arte menor. Entretanto, ao longo do século XX e, em especial, no início do século XXI, a prática e a arte fotográfica passaram a ser mais valorizadas, tornando-se instrumentos indispensáveis de comunicação nas mais variadas áreas, dentre as quais o jornalismo, a publicidade, a moda, as atividades editoriais e documentais.

O avanço tecnológico nos meios digitais, em especial na internet e na telefonia móvel, tornou a fotografia um signo midiático cada vez mais presente no nosso dia-a-dia. A compreensão desse novo espaço e a busca pela profissionalização no mercado fotográfico provocou a criação no país de cursos de graduação e pós-graduação nesta área. A UNICAP, atenta a essa demanda, propõe um curso moderno e inovador, que contempla não só a fotografia e seus processos, como também as novas tecnologias digitais, inseridas em uma visão teórica e prática. Assim, objetiva oferecer um curso que abra espaço para a análise reflexão sobre a natureza da fotografia, abordando desde a sua trajetória histórica à inserção na cultura e na sociedade contemporâneas, mas que atenda, também, às exigências práticas inerentes ao exercício profissional fotográfico.

Desde a sua criação, o curso Superior de Tecnologia em Fotografia mantém-se atento às novas demandas tecnológicas e inovações pedagógicas que circundam a fotografia. Foi neste contexto que, em outubro de 2015, deu-se a substituição da disciplina Anatomia da Câmara Fotográfica (90h), pela disciplina Processos Fotográficos e Anatomia da Câmara Fotográfica (120h) e também a criação da disciplina Roteiro, Storyboard e Produção no Audiovisual (60h) que ficou no lugar da disciplina de Laboratório Preto e Branco.

O curso Superior de Tecnologia em Fotografia conta com 100% de professores dos diversos Centros acadêmicos da UNICAP para as disciplinas gerais e específicas, com experiência, direta ou indireta, no planejamento, execução e apoio de atividades que envolvam a fotografia, especialmente, em disciplinas com turmas dos cursos de graduação em Jornalismo, Publicidade e Propaganda, Serviço Social, Jogos Digitais e Arquitetura e Urbanismo.

A UNICAP possui tradição e reconhecimento no ensino e na prática da Fotografia, em particular nos cursos de Jornalismo e Publicidade e Propaganda, fato que é atestado pelos diversos prêmios obtidos nos últimos quinze anos, dentre eles o EXPOCOM (Intercom) e o SET UNIVERSITÁRIO (Pucrs-RS), bem como e pela marcante presença de ex-alunos no mercado de trabalho. Seguindo tal tradição, o curso Superior de Tecnologia em Fotografia tem participado de eventos como os já citados EXPOCOM (Intercom) e o SET UNIVERSITÁRIO (Pucrs-RS), com excelentes resultados nos âmbitos regional e nacional.

O curso compreende uma estrutura modular articulada, que integra as Técnicas Fotográficas, Técnicas Laboratoriais, Fotografia de Reportagem, Fotografia de Moda, Fotografia Publicitária, Pós-Produção Fotográfica, Roteiro e Produção Audiovisual, Marketing, Projeto Fotográfico Curatorial Individual e História das Artes Visuais.

Objetivos

Objetvos do Curso

Objetivo Geral

Formar um profissional qualificado e comprometido com as demandas da fotografia, com domínio da linguagem e da técnica, inclusive das novas tecnologias, e que seja capaz de atuar de forma criativa e inovadora, crítica e ética nas mais diversas áreas.

Objetivos Específicos

São objetivos específicos do curso Superior de Tecnologia em Fotografia da UNICAP, de acordo com os princípios expressos no Projeto Pedagógico Institucional – PPI, no Plano de Desenvolvimento Institucional – PDI e nas Diretrizes Curriculares Nacionais do curso Superior de Tecnologia em Fotografia:

preparar o estudante para ingressar em um mercado de trabalho emergente e competitivo, através de uma sólida formação voltada para a preservação de valores éticos, políticos e de responsabilidade social;

favorecer a formação técnico-científica do estudante e a compreensão do processo tecnológico, para atuação nos campos do planejamento, gestão e execução de empreendimentos e projetos no campo da fotografia, desenvolvendo atividades específicas da prática profissional em consonância com as demandas mundiais, nacionais e regionais;

desenvolver no estudante a capacidade para compreender a Fotografia e suas atividades nos múltiplos segmentos do mercado, tendo como prioridade a ética e a responsabilidade social;

desenvolver a capacidade do estudante em resolver problemas, incentivar o desenvolvimento da sua capacidade empreendedora, e orientá-lo sobre a necessidade do contínuo aperfeiçoamento profissional.

Perfil Profissional

Perfil Profissional

A filosofia do curso Superior de Tecnologia em Fotografia baseia-se nos princípios institucionais da UNICAP, que se reconhece como uma universidade cristã, nordestina e comunitária, que aspira à melhor qualidade. Nesse contexto, o curso busca transmitir conhecimentos e aplicar valores de modo integrado com as políticas de promoção do desenvolvimento sustentável da região Nordeste e do Brasil; fazer dos conhecimentos e valores transmitidos elementos de integração social; refletir as manifestações culturais que resguardem a identidade regional nordestina e nacional; contribuir para a elevação do nível sócioeconômico do povo nordestino, garantindo-lhe uma efetiva participação na sociedade. O curso Superior de Tecnologia em Fotografia está voltado para a formação humanística e tecnológica, apta a desenvolver referências éticas na abordagem de questões profissionais e cotidianas.

Neste sentido, o perfil do egresso do curso Superior de Tecnologia em Fotografia da UNICAP é de produzir imagens fotográficas com linguagem adequada para as áreas que comportam o uso da fotografia, com iniciativas empreendedoras, inovadoras, críticas e que revelem compromissos éticos e socias.

Para atender à filosofia, aos objetivos e ao perfil do egresso propostos neste Projeto Pedagógico, deverão ser desenvolvidas ações que envolvem todo o processo de ensino-aprendizagem: quem ensina, quem aprende, o conteúdo programático, a estratégia utilizada e o processo de avaliação. Nessa perspectiva, o curso pretende desenvolver:

A – Visão abrangente, inovadora e crítica dos fatores determinantes e dos impactos decorrentes do processo tecnológico em fotografia, através dos Conteúdos Gerais e Interdisciplinares de linguagem, comunicação e cultura, somados a Conteúdos Específicos, voltados para a teoria e técnica de fotografia.

B – Capacidade na produção de conhecimento e na aplicação de tecnologias em Fotografia através de Conteúdos Específicos que apontam para reflexões teóricas e para as práticas experimentais fotográficas.

C – Comportamento empreendedor na criação e administração de bens e serviços relacionados à fotografia, com Conteúdos Específicos de gestão comercial da imagem, direito e questões legais sobre o uso da imagem.

D – Atitudes éticas e responsáveis em relação à produção da imagem e ao seu uso.

E – Compromisso com questões relacionadas à inclusão social.

Matriz Curricular

Matriz Curricular

CONTEÚDO GERAL % DISCIPLINAS
 

Linguagem

 

 

 

Técnica

 

 

 

 

35

 

Português Instrumental I, Fotografia e Semiótica, Poética da Imagem, Gestão Comercial da Imagem e As Artes e as Novas Tecnologias.

 

Gerenciamento de Cor e Impressão e Mídias Digitais.

 

CONTEÚDO GERAL % DISCIPLINAS
 

Teoria Conceitual

 

 

 

Teoria e Prática

 

 

 

 

 

 

 

65

 

História da Fotografia, Roteiro, Storyboard e Produção no Audiovisual e Linguagem Fotográfica I e II.

 

Processos Fotográficos e Anatomia da Câmara Fotográfica, Edição e Tratamento de Imagens I, II e III, Iluminação, Montagem de Portfólio e Curadoria, Organização e Preservação da Imagem Analógica e Digital e Captura de Vídeo em HDSLR e Edição.

 

 

Eixo Curricular

A estrutura curricular está organizada em quatro módulos e cinco disciplinas a cada módulo, que totalizam 1.605 horas-aula, sendo 35% dessa carga horária destinados a disciplinas de Conteúdo Geral, que tratam de Linguagem e Técnica e 65% para Conteúdos Específicos, disciplinas técnicas e práticas.

Cada módulo será desenvolvido em um semestre letivo e a conclusão do curso se dará em dois anos.

 Da Matriz Curricular

As disciplinas estão organizadas na matriz curricular de modo a corresponderem ao desenvolvimento modular e sequencial das possíveis atuações do profissional, conforme as demandas do mercado. Nos 04 (quatro) módulos, as disciplinas dos Conteúdos Geral e Específico estão relacionadas de forma a favorecerem reflexões e práticas interdisciplinares.

CURRÍCULO – 72.A.3N

 

Módulo I

 

Carga Horária

– Processos Fotográficos e Anatomia da Câmara Fotográfica

– História da Fotografia

– Português Instrumental I

-Organização e Preservação da Imagem Analógica e Digital.

– Roteiro, Storyboard e Produção no Audiovisual

120

90

60

60

60

Total 390
 

Módulo II

– Linguagem Fotográfica I

– Edição e Tratamento de Imagens I

– Iluminação

– As Artes e as Novas Tecnologias

– Fotografia e Semiótica

90

75

90

90

60

Total 405
 

Módulo III

– Edição e Tratamento de Imagens II

– Linguagem Fotográfica II

– Mídias Digitais.

– Poética da Imagem

– Gerenciamento de Cor e Impressão

90

90

90

60

75

Total 405
 

Módulo IV

– Edição e Tratamento de Imagens III

– Gestão Comercial da Imagem

– Captura de Vídeo em HDSLR e Edição

– Montagem de Portfólio e Curadoria

– Eletiva do curso de 04 créditos

90

75

90

90

60

 

Elenco das Disciplinas Eletivas

– Legislação Sobre o Uso da Imagem 60
– Libras 60
– História e Cultura Afro Brasileira e Indígena 60
– Inglês Aplicado à Informática 60
– Métodos e Técnicas de Pesquisa em Comunicação 60
Total 405
Carga Horária Mínima 1.605
Carga Horária horas-aula 1.605
Carga Horária ATC 80
Carga Horária Total 1.685

Eletivas

A disciplina eletiva é ofertada no quarto módulo. Desta forma, o estudante deve optar em cursar uma eletiva com carga horária de 60h, entre elas as disciplinas Legislação Sobre o Uso da Imagem, Libras, História e Cultura Afro Brasileira e Indígena, Métodos e Técnicas de Pesquisa em Comunicação ou Inglês Aplicado à Informática. Contudo, o estudante, caso deseje, desde que obedeça à oferta do seu curso, poderá também cursar disciplinas de outros cursos da Universidade, no sentido de somar outros conteúdos e conhecimentos às suas ações práticas.

Metodologia

Para uma melhor aprendizagem e produção de conhecimento, especialmente em cursos de nível superiores, a socialização dos conteúdos teóricos e práticos, é, na contemporaneidade, um dos meios mais eficazes para realização de atividades criativas, inovadoras, operacionais. Diante disso, o curso Superior de Tecnologia em Fotografia da UNICAP usa metodologia dinâmica, em que a interdisciplinaridade é uma das vertentes propulsoras do curso.

Interdisciplinaridade e Parcerias

Pontuando dinamicidade e interação, parcerias modulares ou intermodulares, o curso prima pela interlocução, para que os objetivos possam ser conquistados, a partir de ações que possibilitam à comunidade usufruir dos bens científicos, técnicos e culturais. Já no primeiro módulo, trabalha-se a interdisciplinaridade com disciplinas do mesmo curso e também com os cursos de Jornalismo, Publicidade e Propaganda e Serviço Social, Jogos Digitais e Arquitetura e Urbanismo

Atividades de Pesquisa e Extensão

No contexto do curso, além da prática de ensino, estão previstas atividades de extensão e de pesquisa, contextualizando a prática em diversas áreas da fotografia, caracterizada em sua essência como meio de criação, cultura e linguagem. Entende-se por atividade de extensão aquela que torna acessível à sociedade o conhecimento do ambiente universitário, em que possam ser intensificadas as relações de intercâmbio entre o curso e essa sociedade; que seja capaz, também, de potencializar as contribuições do curso para o desenvolvimento local e regional; que envolva s e professores na vivência do espírito comunitário da Instituição.

A pesquisa configura-se também como elemento capaz de fornecer as bases, num futuro, para o ingresso em pós-graduação, bem como espaço para a produção do conhecimento teórico-científico que venha a auxiliar a formação e a prática da profissão.

Motivar o egresso da UNICAP a prosseguir em seus estudos, realizando pós-graduação, é outro desafio para os que fazem o curso Superior de Tecnologia em Fotografia. Para tanto, é fundamental, desde já, o empenho de graduandos e professores para o fortalecimento de iniciativas a exemplo do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (PIBIC), com cotas da UNICAP ou do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), que desenvolvam a pesquisa como espaço constitutivo para a reflexão da prática e, ao mesmo tempo, para a construção de novos conhecimentos e propagação de experimentos.

A extensão objetiva desenvolver no estudante o gosto pela reflexão, o espírito crítico e a sensibilidade para o que ocorre ao seu redor. Por outro lado, exige também um corpo docente preocupado com as questões sociais e as demandas contemporâneas, capaz de produzir saber que acolha e atenda a essas necessidades.

A extensão possibilita que, nas relações com a sociedade, o procedimento investigativo possa construir opções sociopolíticas, superando os riscos da pseudoneutralidade, além de contribuir na formação de seres humanos que se coloquem a serviço da sociedade, possibilitando o aprendizado do saber-conviver, mediando a construção dos valores éticos por meio das e nas relações sociais e intersubjetivas. Como parâmetro pedagógico, a extensão possibilita o saber-fazer por meio do aprender-fazendo. Com efeito, a participação dos estudantes e docentes em atividades de extensão pode problematizar o conhecimento presente nas relações de ensino aprendizagem, tanto na graduação quanto na pós-graduação, além de proporcionar o surgimento de novos problemas e novos conhecimentos.

Com o objetivo de ampliar e intensificar a extensão no âmbito do curso Superior de Tecnologia em Fotografia, criamos o Núcleo de Ações de Extensão Social. O Núcleo conta a participação do NDE, colegiado e discentes do curso, mas também com os docentes e discentes dos demais cursos da UNICAP. O Núcleo de Ações de Extensão Social tem como meta realizar cursos, seminários e ações referentes ao escopo humanista e inclusivo. Busca parceria com empresas públicas ou privadas que possuam posturas, comportamentos e ações de responsabilidade social e o terceiro setor.

O curso Superior de Tecnologia em Fotografia, constantemente, oferta cursos de extensão. Em agosto de 2017, foi iniciado o curso Ganhando Asas Através da Comunicação e da Arte. O público é formado por jovens com síndrome de Down e Deficiência Intelectual e tem como objetivo principal estimular e desenvolver as amplas capacidades artísticas e comunicacionais desses jovens.

Como atividades extraclasse, desenvolve-se a Gincana do Saber Fotográfico que acontece no primeiro semestre de cada ano e, o evento do dia 19 de agosto, em comemoração ao Dia Mundial da Fotografia, em que o colegiado do curso seleciona dois profissionais da fotografia Pernambucana que são agraciados com o Prêmio Alcir Lacerda. Os parceiros desse evento são a Livraria Cultura e o Museu da Cidade do Recife.

Entre os meses de outubro e novembro, temos o FotoVídeo, evento com duração de três dias e com o objetivo de promovidas palestras e oficinas, cujos temas se referem às novas vertentes da fotografia.

A UNICAPHOTO é a revista eletrônica do Curso Superior de Tecnologia em Fotografia, com periodicidade semestral. É produzida por professores, alunos, ex-alunos do curso e colaboradores. Apresenta artigos, matérias relacionadas à fotografia, ensaios fotográficos e dicas, cuja leitura objetiva promover a ampliação da discussão sobre fotografia e aproximar o aluno do mercado de trabalho.

Atividades Complementares

O objetivo das Atividades Complementares é estimular o estudante a participar de experiências diversificadas que contribuam para o seu futuro profissional, aproximando-os da realidade e do mercado de trabalho, bem como atender à legislação em vigor.

As Atividades Complementares são obrigatórias para integralizar o currículo do curso Superior de Tecnologia em Fotografia, executando um total 5% da carga horária total do curso. As 80 horas das atividades complementares serão distribuídas entre os quatro módulos.

Entende-se por Atividades Complementares as ações acadêmicas desenvolvidas pelo estudante através de múltiplos instrumentos teóricos e práticos de forma presencial ou à distância, em situações e oportunidades voltadas para o âmbito profissional, de forma que essa participação possa ser integrada ao currículo escolar do estudante como conhecimentos adquiridos na graduação.

As atividades complementares são de caráter obrigatório e constam da organização curricular, estando relacionadas às atividades de ensino, pesquisa e extensão, compatíveis com o projeto pedagógico. As atividades complementares poderão ser desenvolvidas na UNICAP, promovidas pelos diferentes cursos e setores da Instituição de ensino, por empresas, instituições públicas ou privadas que propiciem a complementação da formação do estudante.

O curso Superior de Tecnologia em Fotografia incentiva a participação do discente nas diversas atividades Complementares, bem como promove diversificadas ações acadêmicas, culturais e sociais.

São consideradas atividades complementares aquelas desenvolvidas no âmbito da extensão, da iniciação científica, da monitoria, da participação em eventos científicos ou culturais (congressos, feiras, cursos, exposições), da publicação de artigos científicos ou ensaios fotográficos, da organização de eventos acadêmicos, da participação em disciplinas de caráter optativo. As atividades complementares devem estar vinculadas aos objetivos do curso e ao perfil do egresso possibilitando ao aluno aprofundamento técnico, interdisciplinar e formação humanística.

Cabe ao aluno o controle das atividades complementares que está desenvolvendo, sendo de sua absoluta responsabilidade o cumprimento das horas exigidas institucionalmente. Para tanto, a secretaria disponibiliza requerimento próprio, a ser preenchido pelo aluno, acompanhado de comprovante da Atividade, o qual será encaminhado à coordenação para a análise da atividade e cômputo das horas cumpridas de cada aluno, no sistema.

Estágio Não Obrigatório Supervisionado

A matriz curricular do Curso Superior de Tecnologia em Fotografia não prevê o oferecimento de ESTÁGIO OBRIGATÓRIO. Considerando, entretanto, a efetiva participação do aluno em atividades dessa natureza, constitui-se experiência discente, prevista neste PPC, a possibilidade de o estudante fazer Estágio NÃO-OBRIGATÓRIO, de modo a contribuir com a formação do futuro profissional. Identifica-se, inclusive, oportunidades em nossa própria Universidade – para campo de estágio dos estudantes, tais como: os projetos Banco de Imagens UNICAP, Memória da UNICAP, Laboratório de Fotografia. Além disso, há que se referir, como espaço para tal estágio, a Gráfica FASA. Registre-se que a supervisão pedagógica relativa a esses estágios está sob a responsabilidade da Coordenação do Curso Superior de Tecnologia em Fotografia e a sua formalização, através de Termo de Compromisso de Estágio(TCE), que deve ser objeto de registro junto à Coordenação Geral de Estágio(CGEs).

Articulação com a Pós-Graduação

Na perspectiva do avanço educacional do aluno do curso Superior de Tecnologia em Fotografia, foi que em maio de 2016, iniciou o curso de especialização As Narrativas Contemporâneas da Fotografia e do Audiovisual. O referido curso oferece uma formação humanística, apta a desenvolver referências éticas na abordagem de questões profissionais e cotidianas. As Narrativas Contemporâneas da Fotografia e do Audiovisual busca aliar as inovações tecnológicas, a formação teórica e à vivência prática das atividades de Fotografia e do Audiovisual, resguardando a identidade nordestina e a nacional, sem perder de vista, porém, o contexto de globalização social em que estamos inseridos.

Os graduados na UNICAP em 2017 recebem como estímulo para o aprimoramento educacional, o bônus de 20% de desconto nas mensalidades dos cursos de MBA, especialização, mestrado e doutorado.

CRITÉRIOS E PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM

A avaliação da aprendizagem, instrumento de formação a serviço do estudante, é entendida como processual e como forma de conhecer, refletir, redimensionar, crescer e construir. Nessa concepção, a avaliação é um mecanismo de retroalimentação: da teoria em direção à prática e da prática em direção à teoria, promovendo transformações no processo ensino-aprendizagem. As atividades práticas, em sintonia com os estudos teóricos, possibilitam a construção de uma “teia” de conhecimentos, que permite a formação de um profissional crítico-reflexivo, capaz de apropriar-se de conhecimentos e habilidades necessários à sua realização como sujeito social.

No que diz respeito aos aspectos formais, trabalhamos com as seguintes Normas Regimentais para avaliação:

  1. Em cada período letivo, serão atribuídos ao aluno dois graus de qualificação (1º GQ e 2º GQ), apresentados numericamente em escala de 0 (zero) a 10 (dez), computada, somente, a primeira casa decimal. Os exercícios correspondentes a esses graus deverão ser feitos dentro do prazo fixado pelo Calendário Administrativo Escolar.
  2. São condições de aprovação por média (AM), na disciplina:
    • cumprir o mínimo de 75% (setenta e cinco por cento) de frequência às aulas e demais atividades escolares;
    • submeter-se, necessariamente, ao 1º e 2º GQ;
    • obter grau número igual ou superior a 7 (sete) na média ponderada (M) entre o 1º e o 2ºGQ, com peso 2 (dois) e 3 (três), respectivamente.
  3. O aluno que não obtiver aprovação por média (subitem 2.3) poderá prestar Exame Final (única chamada) na época prevista pelo Calendário Administrativo Escolar, desde que:
    • cumpra a frequência mínima de 75% (setenta e cinco por cento) às aulas e demais atividades escolares;
    • obtenha, na média ponderada entre o 1º e o 2º GQ, grau numérico igual ou superior a 3 (três), com peso 2 (dois) e 3 (três), respectivamente. Portanto, o aluno que não atingir essa média será considerado, definitivamente, reprovado.
  4. O aluno que prestar o Exame Final de que trata o item 3 será considerado aprovado na disciplina, se obtiver grau numérico igual ou superiora 5 (cinco) na média aritmética entre a média ponderada (M) dos graus de qualificação (subitem 2.3) e o grau do Exame Final.
  5. O aluno que faltar à prova correspondente ao 1ºGQ ou 2ºGQ, observados os subitens 3.1 e 3.2, poderá prestar o Exame Final (F) e será considerado aprovado (AP), desde que obtenha grau numérico igual ou superior a 5 (cinco) na média ponderada entre o 1º e o 2º GQ, com peso 2 (dois) e 3 (três), respectivamente e o grau obtido no Exame Final, observada a seguinte fórmula:
  6. O Exame Final (única chamada) terá as mesmas características de verificação do conhecimento global do aluno na disciplina, devendo ser realizado nas épocas previstas pelo Calendário Administrativo Escolar. A nota obtida também será computada, somente, até a primeira casa decimal.
  7. Disciplina de única avaliação, o estudante que obtiver nota maior ou igual a 7,0 (sete) estará aprovado por média e terá situação final (AM). Menor que 7,0 (sete) e maior ou igual a 5,0 (cinco) estará aprovado e terá situação final (AP).

Na norma de única avaliação ocorrem avaliações através de trabalhos individuais ou em grupo, participações nas dinâmicas das atividades desenvolvidas na disciplina, provas escritas, etc. O critério da distribuição das avaliações é determinado pelo docente responsável pela disciplina. Desta forma, ao longo do semestre, o professor de cada disciplina definirá uma metodologia própria de avaliações parciais, de modo a fornecer ao estudante condições de balizamento do seu desempenho em relação ao objetivo da disciplina e formas de compensar e recuperar o aprendizado.

ATENDIMENTO AO DISCENTE

Divisão de Ação Social- DAS

A UNICAP tem na sua estrutura organizacional a Divisão de Ação Social – DAS, vinculada à Pró-reitoria Comunitária – Procom, que tem como uma de suas principais atribuições propor, implantar e acompanhar políticas e programas de ação social.

Nessa direção, a UNICAP, em sintonia com a sua Identidade, Missão e Valores, tem agregado à sua incessante busca por um serviço de melhor qualidade, uma atuação que privilegia as dimensões comunitária e de responsabilidade social, que se expressam em diversas atividades e serviços prestados.

A Universidade reitera o seu compromisso com a educação, promovendo inclusão social de parcela da sociedade que se encontra em situação de vulnerabilidade social, aderindo a políticas públicas voltadas para a educação, bem como promovendo políticas institucionais com a mesma finalidade.

No que tange às políticas voltadas à educação superior, A UNICAP aderiu ao Programa Universidade para Todos – PROUNI e ao Financiamento Estudantil – FIES, logo que estas políticas públicas foram criadas, além de ter o seu próprio programa de Assistência Social, com destaque para a bolsa UNICAP concedida aos discentes oriundos do Vestibular Social.

Atualmente, a UNICAP tem, em média, 818 (oitocentos e dezoito) bolsistas do PROUNI, 1385 (hum mil, trezentos e oitenta e cinco) do FIES e 614 (seiscentos e quatorze) beneficiados pelo Programa de Bolsas de Assistência Social – UNICAP.

Ressalte-se, ainda, a realização de convênio com a FUNDACRED, a fim de atender a estudantes que não preenchem os requisitos dos programas antes abordados. O crédito educativo consiste em custear 50% (cinquenta por cento) do valor da mensalidade e atende, atualmente, 220 (duzentos e vinte) estudantes.

Além do mais, a UNICAP concede “Bolsa Prêmio”, conforme Portaria Nº 023 de 2008, aos alunos dos cursos de graduação, segundo a classificação correspondente ao processo seletivo nos seguintes termos: 1º lugar 100%, 2º lugar 75% e 3º lugar 50%, de cada curso, na primeira parcela a ser paga.

Núcleo de Apoio ao Discente e Docente – NADD

A UNICAP criou, em 2008, o Núcleo de Apoio ao Discente – NAD, constituído por uma equipe multidisciplinar de docentes e funcionários vinculados aos diversos centros acadêmicos, ligado ao PROGRADE. Tem como finalidade propor e coordenar atividades referentes às políticas institucionais de relacionamento, apoio psicopedagógico e promoção da acessibilidade, voltadas à inclusão dos alunos, durante a trajetória do curso.

Considerando o processo de consolidação do NAD e a experiência adquirida no atendimento aos alunos, a Universidade ampliou a sua área de ação ao corpo docente, passando a denominar-se Núcleo de Apoio Discente e Docente – NADD. O objetivo é oferecer, formalmente, também aos docentes, apoio e colaboração na superação ou minimização de obstáculos que possam interferir na prática pedagógica e nas relações interpessoais, proporcionando condições para melhoria do relacionamento humano e a busca da excelência do ensino. Assim, o NADD propõe-se promover programas e projetos que contribuam para acessibilidade, inclusão e o acompanhamento dos alunos e docentes.

O NADD atua através dos Programas Apoio Pedagógico, Saúde e Inclusão que, mesmo desenvolvendo atividades específicas, agem em conjunto, de forma a promover a integração de suas ações. É constituído por uma equipe multidisciplinar de docentes e funcionários vinculados aos diversos Centros Acadêmicos, cujo trabalho se materializa através dos programas acima referidos. Atento às demandas, a estrutura organizacional do NADD prevê a possibilidade de inclusão de novos programas.

NADD – Objetivo geral

Promover a acessibilidade, a inclusão e o acompanhamento dos discentes e docentes que necessitem de apoio, ocasional ou permanente, através de ações específicas, conforme exigem a tradição humanista da Universidade e a legislação vigente.

Programa Saúde

Desenvolver atividades que minimizem as dificuldades de ordem psicológica e das relações interpessoais, que possam interferir na prática didático-pedagógica e no processo de ensino-aprendizagem.

Programa Apoio Pedagógico

Oferecer, semestralmente, aos discentes com dificuldades básicas de aprendizagem em Língua Portuguesa e nas disciplinas com elevadas taxas de reprovação, atividades de apoio pedagógico que lhes permitam minimizar as dificuldades e melhorar o desempenho acadêmico.

Apoiar os professores dando-lhes suporte nas dificuldades relacionadas à prática pedagógica, ao processo de ensino aprendizagem e às relações interpessoais, especialmente se atuam em turmas com alunos com necessidades educacionais especiais.

Programa Inclusão

Promover o acesso, a permanência e a participação na vida universitária dos estudantes com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades/superdotação, oferecendo-lhes o suporte necessário à participação e ao bom desempenho na vida acadêmica. A exemplo dos alunos com deficiência auditiva que se matriculam na UNICAP, seja na Graduação e/ou Pós-graduação, têm acompanhamento de um intérprete de Libras, contratado pela instituição, sob a Coordenação do NADD que cuida da oferta de condições de acessibilidade para os alunos que necessitam de apoio.

Sensibilizar os professores quanto à necessidade de uma prática pedagógica inclusiva, que requer estratégias avaliativas e metodológicas diferenciadas, como também apoiá-los quantos à efetivação dessas mudanças.

Oferecer aos professores com necessidades especiais recursos e serviços facilitadores de sua permanência na Universidade e do exercício de sua prática docente.

Os serviços oferecidos pelo NADD não têm custo adicional para os estudantes.

Grade e Corpo Docente

Grade e Corpo Docente

Face à implantação das Diretrizes Curriculares Nacionais do Conselho Nacional da Educação – CNE,
esta matriz curricular poderá sofrer alteração, desde que aprovada pelos órgãos competentes da UNICAP.

Para mais informações, escreva para dpa@unicap.br

Fotografia 2018.2 (Atualizado em 17/08/2018)
Lei nº 13.168, de 06 de outubro de 2015.

Coordenação do Curso

O curso Superior de Tecnologia em Fotografia conta com uma Coordenação, com a responsabilidade de presidir o Núcleo Docente Estruturante (NDE) e Colegiado de Curso enquanto órgão executivo de coordenação didática, responde pela condução do planejamento de atividades de ensino, pesquisa e extensão do curso.

Cabe à Coordenação gerir o curso, a relação com os docentes e discentes, acompanhar o desenvolvimento do Projeto Pedagógico do Curso (PPC) na totalidade de sua dimensão para garantir a consecução de seus objetivos e do perfil do egresso formado pela UNICAP.

Núcleo Docente Estruturante – NDE

O Núcleo Docente Estruturante (NDE) do curso Superior de Tecnologia em Fotografia constitui-se de um grupo de docentes, com atribuições acadêmicas de acompanhamento, consolidação e atualização do Projeto Pedagógico do Curso (PPC) e atuante no processo de concepção, consolidação e contínua atualização do projeto pedagógico do curso. A organização do NDE, corresponde aos critérios estabelecidos pela Comissão Nacional de Avaliação do Ensino Superior – CONAES e pelo SINAES/INEP.

São atribuições do Núcleo Docente Estruturante:

  1. Elaborar, acompanhar e avaiar a implementação e o desenvolvimento do PPC, de acordo com as normas legais, estatutárias e regimentais, submetendo-o à apreciação do Conselho de Centro, através do diretor de centro, para posterior aprovação do CONSEPE;
  2. Acompanhar e avaiar a implementação e o desenvolvimento do PPC;
  3. Propor à coordenação do curso reformulações, atualizações, ajustes e correções que se fizerem necessários ao PPC, para posterior apreciação e decisão do colegiado do curso e instâncias superiores;
  4. Participar da elaboração do Plano Anual de Trabalho do Curso;
  5. Estabelecer parâmetros de resultados a serem alcançados pelo curso;
  6. Incentivar a produção científica do corpo docente, estabelecendo metas a serem alcançadas pelos docentes do curso em suas áreas;
  7. Planejar, elaborar e propor junto ao colegiado e à cooordenação do curso, no caso dos docentes em Regime de Tempo Integral, projetos de pesquisa, pós-graduação, bem como atividades de extensão, que favoreçam, no âmbito do curso, a indissociável relação entre ensino, pesquisa e extensão;
  8. Elaborar Plano de Trabalho, a ser submetido ao colegiado de curso, que contemple objetivos, metas, estratégias e ações a serem desenvolvidas no âmbito do curso; e
  9. Verificar o impacto do sistema de avaliação de aprendizagem na formação do discente.

O NDE de acordo com o calendário estabelecido, realiza reuniões mensais ou, extraordinariamente, mediante convocação do coordenador do curso.

Colegiado de Curso

O Colegiado cumpre uma agenda de reuniões ordinárias ou, extraordinárias, quando necessários, para planejar e avaliar o desenvolvimento das atividades propostas no Projeto Pedagógico do Curso, bem como, sugerir, aprovar e emitir pareceres sobre questões de ordem acadêmicas e pedagógicas. A reunião do colegiado é presidida pelo coordenador do curso e conta com a presença dos docentes que lecionam no curso e um representante do corpo discente, indicado pelo Diretório Central dos Estudantes, dentre aqueles vinculados ao curso.

São atribuições do Colegiado de Curso:

  1. Elaborar o PPC, de acordo com as normas legais, estatutárias e regimentais, submetendo-o à apreciação do Conselho de Centro, através do diretor de centro, para posterior aprovação do CONSEPE;
  2. Promover, sistematicamente, a supervisão, a atualização e a adequação do PPC;
  3. Apoiar, acompanhar, e avaliar as atividades desenvolvidas pela coordenação do curso;
  4. Analisar as propostas de práticas interdisciplinar dos diversos componentes curriculares do PPC;
  5. Propor e acompanhar o calendário de atividades de ensino, pesquisa e extensão específicas do curso;
  6. Emitir, quando solicitado, parecer sobre questões éticas e disciplinares que envolvam docentes, técnicos e auxiliares de laboratório e/ou discentes do curso; e
  7. Propor e apoiar programa de formação continuada para pessoal docente, técnico e administrativo do curso.

Os professores de outras áreas que lecionam no curso, os estudantes, os funcionários e a sociedade local também terão participação na avaliação do curso através das atividades semestrais de pesquisa internas e externas, executadas pela Comissão de Avaliação Institucional da UNICAP. Vale ressaltar que, no que respeita a auto-avaliação institucional, a UNICAP está desenvolvendo o seu projeto nos termos do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (SINAES), estabelecido pela Lei nº. 10.861/2004. Isto significa, dentre outras coisas, que além da Comissão de Avaliação Institucional, o Projeto Pedagógico, será avaliado pela Comissão Própria de Avaliação.

O curso Superior de Tecnologia em Fotografia conta com 90% de professores do próprio Centro de Ciências Sociais da UNICAP para as disciplinas gerais e específicas.

Infraestrutura

Infraestrutura

Com o objetivo de buscar a melhoria e qualificação de toda a sua infraestrutura em sintonia com os padrões de qualidade do Ministério da Educação e os princípios de excelência preconizados pela Universidade, foram estabelecidas as seguintes diretrizes para as instalações gerais: melhorar e expandir o espaço físico em geral de acordo com a demanda; implementar um processo de modernização da infraestrutura organizacional, com vistas à melhoria da qualidade de vida e do trabalho no âmbito interno, incluindo o atendimento a pessoas com necessidades educativas especiais; criar e assegurar as condições de infraestrutura física, de equipamentos, laboratórios, serviços informacionais que garantam o desenvolvimento sistemático, harmônico e permanente dos programas de Pós-graduação; dimensionar o espaço físico adequadamente, considerando-se o número de usuários e o tipo de atividade desenvolvida; garantir o isolamento de ruídos externos e boa audição interna com o uso de equipamentos, proporcionando condições acústicas adequadas; implementar melhorias nas condições de luminosidade e ventilação adequadas às necessidades climáticas locais; adquirir e manter mobiliário e aparelhagem específica para proporcionar condições ergonômicas adequadas e suficientes aos usuários; manter todo o espaço físico limpo e arejado em todas as unidades, garantindo para isso pessoal habilitado; consolidar o programa de coleta e armazenamento seletivo de lixo; assegurar uma boa infraestrutura de segurança de pessoal e de propriedade, contando com pessoal habilitado; manter recursos audiovisuais e de multimídia em quantidade adequada às necessidades; e garantir a manutenção permanente das instalações físicas e dos equipamentos.

A temática “acessibilidade”, em seus diferentes níveis, tem motivado intensas reflexões e debates acerca das responsabilidades sociais das Instituições de Ensino Superior, no que diz respeito ao seu papel social de viabilizar, na prática, o direito de todos à educação e à igualdade de oportunidades. Isso implica reconhecer a necessidade de promover as condições necessárias de acesso, de participação e de permanência, com êxito, aos estudantes com deficiências, respeitando a diferença e a diversidade humana.

A utilização dos conceitos de acessibilidade e inclusão, no sentido mais abrangente, exige a necessidade de um “novo olhar” que permita a admissão de posturas e atitudes fundamentadas em um paradigma que nega a categorização das pessoas por suas diferenças, o que supõe uma abertura à pluralidade e à diversidade. Esse reconhecimento leva à necessidade de formulação de políticas institucionais inclusivas, que contemplem ações específicas voltadas à sensibilização da comunidade quanto à revisão das práticas correntes, eliminando ou minimizando barreiras físicas e atitudinais, combatendo preconceitos e neutralizando estigmas.

A UNICAP, comprometida com uma educação inclusiva, vem, historicamente, promovendo ações que contribuam para a acessibilidade, no sentido pleno, não só aos estudantes com deficiência, mobilidade reduzida ou necessidades educacionais especiais, mas aos professores, aos funcionários e à população que frequenta a instituição e se beneficia, de alguma forma, de seus serviços. Essas ações se estendem à sensibilização dos professores quanto à necessidade de uma prática pedagógica inclusiva, que requer estratégias avaliativas e metodológicas diferenciadas, como também o apoio quanto à efetivação dessas mudanças.

A sociedade inclusiva é um compromisso que envolve as instituições escolares, especialmente as Universidades, em suas respectivas esferas de ação e influência, na medida que se constituem como locus de reflexão e discussão sobre o papel social da educação superior na construção e viabilização de um projeto democrático de sociedade.

Na UNICAP, o movimento inclusivista se faz presente não apenas na convivência cotidiana baseada no respeito e acolhimento, mas através das ações desenvolvidas particularmente pelos cursos de graduação, pelo NADD e pelo Instituto Humanitas e o Plano de Acessibilidade Física.

ESPAÇO FÍSICO UTILIZADOS PELO CURSO:

  • Salas de aula – bloco G, salas 602, 87.00m² e 604, 87.00m²;
  • Laboratório fotográfico preto e branco, estúdio fotográfico, minibiblioteca e sala de convivência, térreo do G – sala 002, 135.06m²;
  • Laboratório de informática, térreo do G – sala 001, 62.43m²;
  • 01 Biblioteca – situada no centro do campus em uma área de 7.119,20 m²;
  • CTI – Coordenação Tecnológica de Informação, 1.231,94m²;
  • Salão receptivo, área para exposições, 261,00m²;
  • Auditório G1: 223,00m2 e G2: 336,00m².

MATERIAL PERMANENTE DOS LABORATÓRIOS DE FOTOGRAFIA:

LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA, TÉRREO DO G – SALA 001, 62.43M², TRATAMENTO E IMPRESSÃO DE IMAGEM:

20 Computadores HP Z230 Tower Workstation, Produto G5R67LT#AC4; Processador: XEON 3,4 GHZ, Memória: 8GB, HD: 2 HDs de 1 TB, leitor e gravador de DVD e monitor 19’’, modelo HP V194BZ, 20 WINDOWS 8.1 Pro (64-bit);

20 leitores de cartões magnéticos;

01 impressora jato de tinta, STYLUSPRO 4880;

10 hd’s externos, 500 GB;

08 hd’s externos, 3tb;

01 scanner de alta resolução para negativos e positivos;

01 scanner de alta resolução para papel;

20 Photoshop CC;

20Lightroom CS6;

20 Premiere Pro CS6;

21Design Premium CS 5.5;

20 Corel draw,13;

01 projetor data show;

01 colorímetros;

06 escalas de cor da Kodak;

02 colorcheck;

20 Lan school.

Estúdio FOTOGRÁFICO, MINIBIBLIOTECA E SALA DE CONVIVÊNCIA, TÉRREO DO G – SALA 002, 102.06M², EQUIPAMENTOS FOTOGRÁFICOS:

04 Computadores HP Z230 Tower Workstation, Produto G5R67LT#AC4; Processador: XEON 3,4 GHZ, Memória: 8GB, HD: 2 HDs de 1 TB, leitor e gravador de DVD e monitor 19’’, modelo HP V194BZ, 20 WINDOWS 8.1 Pro (64-bit);

01 monitor 29’’;

43 máquinas analógicas;

53 lentes (grande angular, normal, teleobjetiva, zoom e macro);

56 flashes;

01 máquinas GoPro

02 máquinas digitais FUJI, Fine pix;

13 máquinas digitais Nikon D90, com lente 18/200 mm;

02 máquinas digitais Nikon D3400, com lente 18/55 mm;

01 máquinas digitais Canon 6D, com lente 24/105 mm;

02 máquinas digitais Canon 70D, com lente 18/55 mm;

15 flashs SB 900 Nikon;

01 caixa estanque para Nikon D90

50 cartões magnéticos para Nikon D90 com 4GB;

01 impressora térmica da Sony, para fotos;

01 impressora térmica da OLMEC CS2;

01 impressora Epson L 800;

05 flashes MAKO VIOLITE 404, com tripés;

02 flashes MAKO digital 4004, com tripés;

02 girafas;

01 luz digital;

02 Quartz Light;

10 hazys médios;

10 hazys grandes;

12 sombrinhas (brancas pratas e douradas);

06 snoots;

18 refletores;

15 tripés;

09 fundos infinitos (diversas cores);

02 estruturas de fundo infinito Mako;

01 mesa de still Mako;

05 radioflash;

02 flashes meter;

150 livros;

01 gravador zoom;

02 microfones de lapela;

01 projetor data show;

01 TV led 49””;

04 .estabilizador de câmera.

LABORATÓRIO PRETO E BRANCO 33,07 M², EQUIPAMENTOS FOTOGRÁFICOS:

10 ampliadores PB com lentes;

06 tanques de revelação para filmes 35 mm;

06 bacias para revelação e fixação;

01 estufa para filmes;

01 secador de papel fotográfico;

01 autoLab 1500 Jobo;

12 lanternas vermelhas;

06 Marginadores;

01 Geladeira para produtos químicos e filmes.

SALA DE AULA/BLOCO G, SALAS 602, 87.00M² E 604, 87.00M²:

03 projetores data show;

02 quadros brancos.

BIBLIOTECA

O atual prédio da Biblioteca construído e inaugurado, em 1987, foi adequadamente dimensionado para o atendimento aos usuários da comunidade acadêmica. A partir de 2009, com a ampliação das ofertas de novos cursos de Graduação e de Pós-graduação de diferentes áreas do conhecimento, perspectiva de novos cursos de extensão e a expansão do número de vagas dos cursos existentes, já era prevista a necessidade de ampliação de espaço físico para acomodar usuários, armazenar e preservar coleções para os próximos anos. Nesse contexto, ao ser identificada a necessidade de incorporar novos recursos tecnológicos, adotar novas práticas para processamento, disseminação e acesso da informação, foi necessário conjugar esforços para viabilizar reformas e transformações que atendessem às novas demandas. As atenções passaram a ser constantes, a fim de que os fluxos dos serviços prestados não ficassem prejudicados ou, no mínimo, desconfortáveis – tanto para usuários como para funcionários da Biblioteca. Como medida preventiva, nos últimos anos, ações foram empreendidas para adequação de seu espaço físico e instalações, a saber: remanejamento de coleções; transferência para novo local na Biblioteca, das obras de referência e os títulos de periódicos não correntes, denominado Acervo B, liberando espaço para a criação de lugares de estudo individual; remanejamento das obras pertencentes às coleções especiais, possibilitando colocar, no espaço disponibilizado, maior quantidade de lugares para o estudo individual; remanejamento de instalações de setores da Biblioteca, disponibilizando o espaço para organização das coleções especiais.

A Biblioteca Central (BC), vista como uma unidade de apoio acadêmico, vinculada à Pró-reitoria Acadêmica, busca: proporcionar os suportes informacionais necessários às atividades de Ensino, Pesquisa e Extensão da Universidade; catalisar a sua produção acadêmica e disponibilizá-la ao público; promover atividades interdisciplinares e intersetoriais de incentivo à leitura e à pesquisa, bem como organizar e conservar os suportes informacionais sob seus cuidados.

Ao longo de sua história, foram empreendidos esforços para colocá-la em lugar de relevo na Universidade e referência no Estado e no Brasil. Nessa perspectiva, destacam-se projetos/ações que foram implementados: projeto de Atualização Tecnológica e Modernização da Biblioteca Central, momento em que foi adquirido o software de gestão de Biblioteca PERGAMUM; adesão ao Projeto Biblioteca Digital de Teses e Dissertações – BDTD do Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia – IBICT com o objetivo de constituir um repertório dos textos completos das teses e dissertações produzidas pelos programas de pós-graduação, para acesso via Web; adesão a convênios com redes cooperativas; implantação do programa de rodizio de funções entre os funcionários da Biblioteca; adequação da Biblioteca aos parâmetros de avaliação do MEC e da CAPES e cooperação bibliotecária visando a catalisar energias, servir de foro para a discussão dos problemas comuns e facilitar a formulação de mecanismos hábeis para provocar a desejada aproximação em termos cooperativos e funcionais.

Vale ainda ressaltar a retirada do gradil que circundava “o jardim da Biblioteca” e a transferência da entrada pelo jardim, proporcionando a todos, além da facilidade, segurança e comodidade para circular no campus.

Acervo por Área de Conhecimento

A BC possui acervo geral com mais de 198 (cento e noventa e oito) mil títulos e de 541 (quinhentos e quarenta e um) mil itens, formado por várias coleções (livros, periódicos, vídeos, DVDs, fotografias, CDs, slides, mapas, relatórios, atlas, entre outras), abrangendo as áreas de Ciências Sociais e Aplicadas, Humanas, Linguística, Letras e Artes, Exatas e da Terra, Saúde, Biológicas, Agrárias e Engenharias. Todas as obras podem ser pesquisadas pela Internet através do catálogo on-line, no endereço: http://www.unicap.br/biblioteca/. Disponibiliza, também, bases de dados multidisciplinares e específicas que atendem a todos os cursos oferecidos pela Universidade, através do acesso ao Portal de Periódicos da CAPES, no campus, e conta com o serviço de acesso remoto, por meio da Comunidade Acadêmica Federada-CAFe. A adesão à CAFe assegura o acesso integral ao Portal, 24 horas por dia, por qualquer computador ligado à internet.

A BC possui, ainda, um repositório de teses e dissertações, monografias de especialização e artigos das revistas produzidas na Universidade, denominado Biblioteca Digital da UNICAP, a qual está integrada à Biblioteca Digital de Teses e Dissertações do Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (IBICT), cujo objetivo é disponibilizar na rede a produção científica/acadêmica da Instituição.

A tabela, a seguir, apresenta acervo específico, por área de conhecimento, com as quantidades de livros (títulos e exemplares), periódicos (compra, doação e permuta) e vídeos (títulos e exemplares).

Tabela – Acervo de Livros, Periódicos e vídeos existentes em 2017

Áreas de Conhecimento LIVROS PERIÓDICOS VÍDEOS
Nº de Títulos Nº de Exemplares Compra Doação Permuta Nº de Títulos Nº de Exemplares
Ciências Exatas e da Terra 8223 23527 105 145 13 303 505
Ciências Biológicas 3042 8157 52 79 15 299 457
Engenharias 4279 11687 61 95 15 180 295
Ciências da Saúde 4226 13021 57 79 09 204 303
Ciências Agrárias 1001 1611 3 37 10 53 62
Ciências Sociais Aplicadas 48276 118530 1084 861 126 1.288 2.824
Ciências Humanas 69058 116901 278 1.162 207 863 1.339
Linguística, Letras e Artes 31203 47950 31 155 29 311 617
Multidisciplinar 4312 10117 190 383 80 79 90
TOTAL 173.620 351.501 1.861 2.996 504 3.580 6.492

FONTE: BC

Redes de Cooperação

Além do acervo próprio, a Biblioteca mantém parceria com Instituições congêneres e sistemas de bibliotecas, tais como: Programa de Comutação Bibliográfica – COMUT, Catálogo Coletivo Nacional de Publicações Periódicas – CCN, Rede de Bibliotecas na área de Engenharia – REBAE, Rede de Bibliotecas na área de Psicologia – REBAP, Rede Nacional de Bibliotecas – PERGAMUM, Comissão Brasileira de Bibliotecas Universitárias – CBBU, Associação de Universidades confiadas à Companhia de Jesus na América Latina – AUSJAL.

Política de Aquisição, Expansão e Atualização do Acervo

As políticas de aquisição, expansão e atualização do acervo contemplam ações com prioridades para atender às bibliografias básicas e complementares dos cursos, manter o acervo atualizado e condizente com as necessidades dos cursos e contemplar a demanda de usuários.

A Biblioteca, com base na Resolução nº 022/2006 do CONSEPE, orienta o processo de aquisição com revisão semestral dos quantitativos estabelecidos, procurando adequá-los aos atuais programas, às novas necessidades dos Cursos e aos padrões recomendados pelo MEC. O processo inicia com as sugestões dos docentes, encaminhadas à Biblioteca em formulário específico, disponibilizado na internet, assinado pelo Coordenador do Curso e Diretor de Centro. Com essas medidas, procura-se assegurar uma evidente relação do acervo da biblioteca com os Projetos Pedagógicos dos Cursos, assim como, manter uma constante atualização das indicações bibliográficas das disciplinas que compõem a estrutura curricular de cada curso.

O controle e acompanhamento do acervo é realizado pela Biblioteca com conhecimento e participação dos Pró-reitores Acadêmico e Administrativo, objetivando ordenar o crescimento racional, assegurando consistência e equilíbrio no desenvolvimento dos recursos informativos, tanto qualitativa quanto quantitativamente, da forma que melhor atenda aos interesses da comunidade universitária da UNICAP.

Formas de Acesso e Utilização

O acesso à Biblioteca Central é franqueado à comunidade em geral, com frequência média de 3.500 usuários/dia. Para estudantes, professores e funcionários da Universidade, além da consulta, são disponibilizados o empréstimo domiciliar e a utilização das salas de microcomputadores, vídeo, áudio e estação de pesquisa.

O acervo é de livre acesso, ou seja, os próprios usuários localizam as obras nas estantes. As publicações estão disponíveis nas dependências da Biblioteca, para o empréstimo domiciliar/local e consulta. Os usuários têm acesso à pesquisa bibliográfica por título, autor, assunto e outros índices nos computadores existentes na Biblioteca e também via Internet. Anualmente, a movimentação entre empréstimos e devoluções gira em torno de mais de 700 mil itens do acervo.

Área Física e Lugares de Estudo

A Biblioteca Central está instalada em um prédio de 4 pavimentos, totalmente climatizado, ocupa uma área construída de 7.119,20 m², com capacidade para armazenar até 550.000 volumes. Todo o acervo da Biblioteca Central está protegido por um sistema eletrônico de segurança, com circuito fechado de TV. Seu controle é feito por meio de monitoramento e gravação de imagens, 24 horas por dia. Possui também Sistema Antifurto para o controle de saída de materiais. Disponibiliza 851 lugares para estudo.

Política de Expansão/adequação do espaço físico

Com o objetivo de buscar a melhoria e qualificação de toda a sua infraestrutura em sintonia com os padrões de qualidade do Ministério da Educação e os princípios de excelência preconizados pela Universidade, foram estabelecidas as seguintes diretrizes para as instalações gerais: melhorar e expandir o espaço físico em geral de acordo com a demanda; implementar um processo de modernização da infraestrutura organizacional, com vistas à melhoria da qualidade de vida e do trabalho no âmbito interno, incluindo o atendimento a pessoas com necessidades educativas especiais; criar e assegurar as condições de infraestrutura física, de equipamentos, laboratórios, serviços informacionais que garantam o desenvolvimento sistemático, harmônico e permanente dos programas de Pós-graduação; dimensionar o espaço físico adequadamente, considerando-se o número de usuários e o tipo de atividade desenvolvida; garantir o isolamento de ruídos externos e boa audição interna com o uso de equipamentos, proporcionando condições acústicas adequadas; implementar melhorias nas condições de luminosidade e ventilação adequadas às necessidades climáticas locais; adquirir e manter mobiliário e aparelhagem específica para proporcionar condições ergonômicas adequadas e suficientes aos usuários; manter todo o espaço físico limpo e arejado em todas as unidades, garantindo para isso pessoal habilitado; consolidar o programa de coleta e armazenamento seletivo de lixo; assegurar uma boa infraestrutura de segurança de pessoal e de propriedade, contando com pessoal habilitado; manter recursos audiovisuais e de multimídia em quantidade adequada às necessidades; e garantir a manutenção permanente das instalações físicas e dos equipamentos.

Infraestrutura de móveis e equipamentos para os usuários

A Biblioteca coloca à disposição dos usuários, a seguinte estrutura:

84 microcomputadores para usuários da UNICAP, dos quais 21 podem ser utilizados pela comunidade em geral para consulta ao Sistema Pergamum (acervo da BC); Rede wifi em todos os pavimentos; Expositores para divulgação dos serviços e exposições bibliográficas; Mural: espaço para divulgação de eventos, cursos, realizados pela UNICAP e por outras Instituições; Audio-videoteca com fitas de vídeo, Cd-Rom, DVD, fita cassete, disquetes, slides, etc; salas para atividades de extensão com capacidade para 36 pessoas cada uma, contendo: vídeo cassete, aparelho DVD, telão de 150’, computador com Datashow e quadro branco; Estação de Trabalho de uso dos estudantes de graduação e extensão, para digitação de trabalhos escolares e acesso à Internet; Sala de Vídeo com cabines individuais equipadas com TV, vídeo e DVD; cabines individuais equipadas com gravadores para estudo e aperfeiçoamento de línguas; impressoras jato de tinta; área para estudo em grupos; área para estudo em duplas; área para estudo individual; cabines para estudo individual e uso de notebooks pessoais; espaço para jogo de xadrez; espaço para leitura de jornais; e Estação de Pesquisa equipada com micros, scanner e softwares gráficos, para uso de professores e estudantes de Pós-graduação.

Para pessoas com necessidades educativas especiais, a BC dispõe de 03 guichês de atendimento; 01 mesa de estudo individual adaptada para cadeirante; 01 terminal de consulta; 04 banheiros adaptados para cadeirantes; 05 cabines individuais com microcomputadores adaptados para cadeirantes; 02 elevadores com sinalização em Braille; 13 microcomputadores multimídia com tela de 17 polegadas, para portadores de baixa visão; 01 scanner de mesa; 01 scanner Bookreader Plustek; 02 impressoras Braille; 01 equipamento para conversão de imagens em alto relevo (Tactile image Enhancer); 01 equipamento para cálculos matemáticos (Soroban); 03 Softwares leitores de tela (DosVox, Virtual Vision e Jaws); 02 Softwares gráficos (Duxburry DBT e TGD); 01 Software editor de texto e gerenciamento de impressão em Braille (Braille Fácil); Acervo em formato braille e digital (recebidos através de parceria com a Fundação Dorina Nowill).

Política de Informatização

Todo processo de gestão do acervo e serviços da biblioteca é automatizado através do software Pergamum. Além disso, o Pergamum possui sistema de gerenciamento de texto, imagem e som, controle de periódicos com Kardex e indexação de artigos. Apresenta, ainda, controle de empréstimo para qualquer tipo de documento; reserva; cobrança personalizada com prazos diferenciados por tipos de materiais e usuários; devoluções, renovações, atrasos, multas, negociações e suspensões; geração de etiquetas de código de barras para empréstimo dos documentos; contabilização de estatísticas de uso, processamento técnico etc.; e emissão de diversos tipos de relatórios em conformidade com critérios recomendados pelo MEC / CAPES.

Horário de funcionamento e quadro de funcionários

A Biblioteca Central funciona diariamente 14 horas, da segunda à sexta, das 7h30 às 21h30 e aos sábados, das 8h às 12h.

A biblioteca dispõe, atualmente, de um corpo técnico-administrativo composto por Bibliotecários, Auxiliares Administrativos, Recepcionistas e Estagiários de Biblioteconomia. São ao todo 39 funcionários: 14 bibliotecárias, 19 auxiliares administrativos e 06 recepcionistas. Conta também com 04 estagiários de Biblioteconomia e 04 operadores de documentos (terceirizados). A Bibliotecária responsável é Jaíse da Costa Leão – CRB4/724, Matrícula – 2275.00, nomeada através da Portaria nº 002, de 21 de março de 2001.

CTI – COORDENAÇÃO DE TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO:

Coordenação de Tecnologia da Informação – CTI está localizado no: bloco I, em uma área 1.231,94 m², e possui sete laboratórios. Desenvolve softwares aplicativos, administra os recursos computacionais da UNICAP e Laboratórios de Informática de uso geral, fornecendo suporte técnico e treinamentos aos usuários administrativos. É responsável pela instalação de softwares e manutenção de hardwares tanto na área acadêmica quanto na área administrativa.

A CTI está estruturada para apoiar, tecnicamente, as demandas nas áreas de ensino, pesquisa, extensão e de gerência administrativa, como pode ser verificado nas descrições a seguir.

Os prédios que compõem o campus universitário estão interligados por fibra ótica, utilizando a tecnologia Ethernet Gigabit, com a velocidade de 1Gbps, dando suporte a 5 (cisco) redes lógicas (VLANS), independentes e interligadas:

AdmNet – para uso exclusivo dos sistemas gerenciais administrativo, com 472 pontos instalados;

UnicapNet – para fins acadêmicos: laboratórios de ensino, laboratórios de pesquisa, iniciação científica, salas de estudo, salas de aula, anfiteatros e auditórios, com 913 pontos instalados;

Rede Externa – Firewall, Switch, Roteador, SpamCAT e DNS Externo, com 5 pontos instalados.

Rede DMZ – Servidores de e-mail, Antivírus de e-mail, Servidores Web e Servidor de Educação a Distância, com 6 pontos instalados.

Rede Wireless – Rede de acesso a Internet para fins acadêmicos com 25 pontos instalados.

Uma rede independente, não interligada:

DEINet – Núcleo de Pesquisas do Departamento de Estatística e Informática, com 60 pontos instalados.

Às diversas redes instaladas na universidade estão conectados 1394 micros usando as seguintes plataformas:

Windows XP Professional; Windows 7; Windows 8 e Linux.

O parque de informática da Universidade conta, atualmente, com 36 servidores, para prover os serviços demandados por seus usuários, dos quais 15 são virtualizados utilizando o software VMware na plataforma BladeCenter HS21 da IBM. Para suportar essa plataforma virtualizada contamos com 02 Storages IBM com capacidade total de armazenamento de 4,43 TB. Para a realização de Backup dos mesmos utilizamos o software IBM TSM e uma Tape Library TS3200 com capacidade para 20 tapes de 1,5 TB.

Coordenação de Tecnologia da Informação (CTI)

Quantidade: 01

Área total (em m²): 1.231,94 m²

Laboratórios de Informática

Quantidade: 06

Área total (em m²): 306,43 m²

OBS: os laboratórios contam com 02(dois) micros e uma impressora laser multifuncional (Ricoh Afísio MP C2051) para impressão dos trabalhos acadêmicos dos estudantes.

Laboratório I: ambiente com 53,40 m²

Laboratório com área de circulação de acordo com as recomendações da Norma Brasileira NBR 9050:2004. Acessível sem necessidade do uso do elevador e localizado em edifício com calçada construída de acordo com as exigências da Norma Brasileira NBR 9050:2004.

Quantidade de micros com acesso à internet: 11

Laboratório II: ambiente com 32,19 m²

Laboratório com área de circulação de acordo com as recomendações da Norma Brasileira NBR 9050:2004. Acessível sem necessidade do uso do elevador e localizado em edifício com calçada construída de acordo com as exigências da Norma Brasileira NBR 9050:2004.

Quantidade de micros com acesso à internet: 26

Laboratório III: ambiente com 50,00 m²

Laboratório com área de circulação de acordo com as recomendações da Norma Brasileira NBR 9050:2004. Acessível sem necessidade do uso do elevador e localizado em edifício com calçada construída de acordo com as exigências da Norma Brasileira NBR 9050:2004.

Quantidade de micros com acesso à internet: 25

Laboratório IV: ambiente com 25,62 m²

Laboratório com área de circulação de acordo com as recomendações da Norma Brasileira NBR 9050:2004. Acessível sem necessidade do uso do elevador e localizado em edifício com calçada construída de acordo com as exigências da Norma Brasileira NBR 9050:2004.

Quantidade de micros com acesso à internet: 15

Laboratório VI: ambiente com 72,61 m²

Laboratório com área de circulação de acordo com as recomendações da Norma Brasileira NBR 9050:2004. Acessível sem necessidade do uso do elevador e localizado em edifício com calçada construída de acordo com as exigências da Norma Brasileira NBR 9050:2004.

Quantidade de micros com acesso à internet: 36

Laboratório VII: ambiente com 72,61 m²

Laboratório com área de circulação de acordo com as recomendações da Norma Brasileira NBR 9050:2004. Acessível sem necessidade do uso do elevador e localizado em edifício com calçada construída de acordo com as exigências da Norma Brasileira NBR 9050:2004.

Quantidade de micros com acesso à internet: 43

2 Salas de Apoio Pedagógico e de Atendimento aos Estudantes

Sala de Multiuso

Quantidade: 19

Área total (em m²): 1.056,28 m²

Finalidade: Atender às necessidades de ensino, para realização de palestras; seminários e conferências.

Centro de Ciências Sociais – CCS e Laboratórios de Fotografia

A UNICAP dispõe de uma estrutura de tecnologia de informação e comunicação implantada para atender às demandas do processo de ensino e aprendizagem do Curso. A Coordenação de Tecnologia da Informação da UNICAP disponibiliza para os seus alunos, diariamente, das 7h30 às 22h (aos sábados até às 12 horas), 06 (seis) laboratórios com 156 micros, sendo 18 micros Core I7 com 8 Gb de RAM, 98 micros Core I5 com 4 Gb de RAM e 40 micros Core 2 duo com 4 Gb de RAM. O acesso à internet é liberado através de dois links de 100 Megabits cada. Possui rede wireless, 70 Access Point Cisco com antenas de wireless. A Biblioteca dispõe de 84 computadores, com acesso livre a internet via Wi-Fi. Os professores em RTI possuem computadores em seus gabinetes, e o CCS dispõe de computadores nas salas de atendimentos aos alunos. Todas as salas de aula do Curso têm acesso às redes Rede Wireless. Na secretaria do CCS e nos laboratórios de fotografia, ficam localizados aparelhos de datashow, disponíveis para que os professores façam uso durante as aulas. Os laboratórios curso Superior de Tecnologia em Fotografia contam com 24 Computadores modelo HP Z230 Tower Workstation, Produto G5R67LT#AC4; Processador: XEON 3,4 GHZ, Memória: 8GB, HD: 2 HDs de 1 TB, leitor e gravador de DVD e monitor 19’’, modelo HP V194BZ; 20 WINDOWS 8.1 Pro (64-bit); 24 leitores de cartões magnéticos; 01 impressora jato de tinta, Epson STYLUS PRO 4880; 01 impressora térmica da Sony, para fotos; 01 impressora térmica da OLMEC CS2;01 impressora Epson L 800; 10 hd’s externos, 500 GB; 08 hd’s externos, 3tb; 02 scanners de alta resolução para negativos e positivos; 01 scanner HP Scanjet G2710 de alta resolução para papel; 24 Adobe Photoshop CC; 21 Design Premium CS 5.5; 20 Adobe Lightroom CS6; 24 Corel Draw 13; 20 Adobe Premiere Pro CS 6; 24 Microsoft Office 2013; 02 colorímetros; 06 escalas de cor da Kodak; 02 colorcheck; 01 mesa digital;20 Lan school.

ESPECIFICAÇÃO DOS RECURSOS NECESSÁRIOS

 

 

MÓDULOS

 

 

DISCIPLINAS

 

DOCENTES

 

ESPAÇOS

 

EQUIPAMENTOS

MÓDULO I  

– Processos Fotográficos e Anatomia da Câmara Fotográfica

 

CCS  

LABORATÓRIO E

STUDIO, térreo G, Lab. 002.

 

COMPUTADORES, IMPRESSORAS, MÁQUINAS, LENTES, FLASHS…
MÓDULO I  

– História da Fotografia

 

CCS  

SALA DE AULA, G 602.

 

QUADRO E PROJETOR DE DATA SHOW
MÓDULO I  

– Português Instrumental I

 

CTCH SALA DE AULA, G602.

 

 

 

QUADRO E PROJETOR DE DATA SHOW

 

 

MÓDULO I  

– Organização e Preservação da Imagem Analógica e Digital

 

CCS  

LABORATÓRIO de INFORMÁTICA, térreo G, Lab. 001 e SALA DE AULA, G602.

 

 

QUADRO, PROJETOR DE DATA SHOW, MICROS AMPLIADORES, ESTUFAS,

MINILABS…

MÓDULO I  

– Roteiro, Storyboard e Produção no Audiovisual

CCS  

SALA DE AULA, G602.

 

QUADRO E PROJETOR DE DATA SHOW
MÓDULO II

 

 

– Linguagem Fotográfica I

 

CCS  

SALA DE AULA, G604.

 

 

QUADRO, PROJETOR DE DATA SHOW, C MICROS, MÁQUINAS…

 

MÓDULO II

 

– Edição e Tratamento de Imagens I CCS  

LABORATÓRIO de INFORMÁTICA, térreo G, Lab. 001.

 

 

MICROS PROGRAMAS DE TRATAMENTO DE IMAGENS: PHOTOSHOP,

ADOBE LR…

 

 

MÓDULO II

 

 

– Iluminação

 

CCS  

LABORATÓRIO E

STUDIO, térreo G, Lab. 002.

 

MÁQUINAS, LENTES, FLASHS, MICROS…
MÓDULO II

 

 

– Fotografia e Semiótica

 

CCS SALA DE AULA, G 604. QUADRO E PROJETOR DE DATA SHOW
 

MÓDULO II

 

 

– As Artes e as Novas Tecnologias

 

CCS SALA DE AULA, G 604. QUADRO, PROJETOR DE DATA SHOW E MICROS
 

MÓDULO III

 

 

– Edição e Tratamento de Imagens II

 

CCS  

LABORATÓRIO de INFORMÁTICA, térreo G, Lab. 001.

 

 

MICROS COM PROGRAMAS DE TRATAMENTO DE IMAGENS: PHOTOSHOP,

ADOBE LR..

 

MÓDULO III – Linguagem Fotográfica II CCS SALA DE AULA G 602. QUADRO, PROJETOR DE DATA SHOW, MICROS, MÁQUINAS…
 

MÓDULO III

 

 

-Mídias Digitais

 

CCS  

LABORATÓRIO de INFORMÁTICA, térreo G, Lab. 001.

 

 

MICROS, PROGRAMAS DE TRATAMENTO DE IMAGENS: PHOTOSHOP,

ADOBE LR E OUTROS

 

 

 

MÓDULO III

 

 

– Poética da Imagem

 

CCS SALA DE AULA G 602  

QUADRO E PROJETOR DE DATA SHOW

 

MÓDULO III

 

 

– Gerenciamento de Cor e Impressão

 

CCS

 

 

LABORATÓRIO de INFORMÁTICA, térreo G, Lab. 001.

 

 

IMPRESSORAS, MICROS, PROGRAMAS DE TRATAMENTO DE IMAGENS: PHOTOSHOP,

ADOBE LR E OUTROS

 

MÓDULO IV  

– Edição e Tratamento de Imagens III

 

 

CCS

 

LABORATÓRIO de INFORMÁTICA, térreo G, Lab. 001.

 

MICROS COM PROGRAMAS DE TRATAMENTO DE IMAGENS: PHOTOSHOP,

ADOBE LR..

 

 

MÓDULO IV

– Gestão Comercial da Imagem

 

CCS  

LABORATÓRIO de INFORMÁTICA, térreo G, Lab. 001.

 

QUADRO E PROJETOR DE DATA SHOW
 

MÓDULO IV

– Captura de Vídeo em HDSLR e Edição CCS  

LABORATÓRIO de INFORMÁTICA, térreo G, Lab. 001.

 

 

MICROS COM PROGRAMAS DE TRATAMENTO DE IMAGENS E VÍDEO: PREMIUM PHOTOSHOP,

ADOBE LR..

 

MÓDULO IV  

 

– Eletiva do Curso

 

CCS SALA DE AULA,

G 604.

QUADRO, PROJETOR DE E DATA SHOW
 

MÓDULO IV

– Montagem de Portfólio e Curadoria

 

CCS  

LABORATÓRIO de INFORMÁTICA, térreo G, Lab. 001.

 

 

MICROS COM PROGRAMAS DE TRATAMENTO DE IMAGENS: PHOTOSHOP,

ADOBE LR..

 

CERTIFICADOS E DIPLOMA

Módulos e certificações

A estrutura curricular do curso Superior de Tecnologia em Fotografia está formatada em módulos, que possibilitam ao aluno obter certificação intermediária de qualificação. Cada módulo corresponde a uma competência profissional da área de fotografia, ampliando, dessa forma, as possibilidades de inserção do aluno no mercado de trabalho. A organização modular do currículo permite, ao final do primeiro módulo, a qualificação em em Gerenciador de processos fotográficos, no segundo, o de Repórter Fotográfico e Fotógrafo Publicitário; no terceiro, Gerenciador em Cor e Fluxo Digital e Fotógrafo de Moda, e por fim, no quarto e último módulo, o diploma de Tecnólogo em Fotografia.

Figura 01: estrutura Modular do curso Superior de Tecnologia em Fotografia