Exposição Fotográfica Mães e Avós Educadoras

Foto Adelson Alves

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Bate-papo com a jornalista Andréa Trigueiro

A turma do terceiro módulo do curso de Fotografia recebeu nesta sexta-feira(15) a jornalista, professora e doutora em Direitos Humanos, Andréa Trigueiro, para uma conversa sobre Direitos Humanos. A ideia é fomentar o debate para a produção de conteúdos multimídia sobre o tema para a disciplina de Mídias Digitais.

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Chá com Fotografia

Foi um sucesso o encontro do projeto Outras Leituras em parceria com o curso de Fotografia da Unicap, que aconteceu na noite de ontem (14), com a participação de Ivan Alecrim, Mitsy Queiroz e Társio Alves.

Fotos: Adelson Alves

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Grupo de estudos sobre produção audiovisual 

O curso de Fotografia realizou no dia 13 de março o primeiro encontro do grupo de estudos  EPAC – Estudos de Produção Audiovisual Contemporânea.
Coordenado pelo professor Filipe Falcão, o EPAC tem como proposta debater e estudar a produção audiovisual contemporânea por meio de teorias e temas como o hiper cinema, a estética do excesso na sétima arte, as varáveis do processo de aceleração da produção audiovisual, estética fluida da narrativa midiática na sétima arte e produção em dispositivos móveis. David Bordwell, Andre Gaudreault, Christian Pierre Kasper, Filipe Falcão, Rodrigo Carreiro, Jeff Smith, Gilles Lipovetsky e Douglas Kellner são alguns dos autores que serão debatidos nos encontros.

Os próximos encontros do grupo acontecem nos dias 10 de abril, 15 de maio e 05 de junho sempre no horário das 16h e com duas horas e de duração. As reuniões acontecem no laboratório 002 do curso de Fotografia, no térreo do Bloco G. Interessados em participar devem entrar em contato com o professor Filipe presencialmente ou através do email filifalcao@unicap.br

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Feliz aniversário Recife e Olinda

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Bate-papo com o designer de moda Roberto Carlos

Na noite de quinta-feira (07), recebemos para um bate-papo com os alunos de fotografia, o designer de moda Roberto Carlos. Tivemos um momento de interação, onde os alunos produziram fotos de acordo com temas: amor, natureza e tecnologia, dado pelo designer.

Bruno Vitor, Felipe Correia, Lidiane Mota e Suzan Regis

Alice Brooks, G Laurentino, Matheus Acioli e Renata Vaz

Ana Fonseca, Portela e Vitor Silva

 

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Os 60 anos da Barbie – E sua relação com a fotografia

O ano é 1959. Na véspera dos anos 60, onde viriam a ocorrer eventos que mudariam toda a percepção do mundo acerca de muitos temas, surge uma ideia inusitada e arriscada. Na Convenção Internacional de Brinquedos em Nova Iorque, surge uma figura esbelta, loira, com uma roupa extremamente detalhada, medindo 28cm. Essa figura tão pequena era a Barbie. Representada pela fabricante Mattel e idealizada por Ruth Randler e Jack Ryan, a boneca se tornou um sucesso. O que faria uma simples boneca vender tanto e tão bem?

A primeira boneca Barbie, lançada ao mundo no dia 9 de março de 1959. (Foto: Mattel)

 

Ruth Handler, uma bem sucedida mulher de negócios, notava que sua pequena filha, Barbara, brincava com bonecas recortadas em papel para vesti-las e customizá-las. Em uma viagem à Europa,em 1955, descobre a boneca alemã Bild Lili, que era direcionada a um público adulto poor ser baseada na personagem de um gibi erótico. Ruth leva a ideia aos EUA, e então começa a remodelar a ideia para criar a Barbie. Segundo a Mattel, a Barbie vendeu em seu primeiro ano no mercado 350.000 bonecas. Com um estrondoso sucesso, a Barbie vê, então, a necessidade de variar seu catálogo. As bonecas que até então eram feitas para serem gloriosamente vestidas com roupas que eram vendidas separadamente, agora ganham versões mais completas – a Barbie vai ganhando uma narrativa. Em 1965, Barbie já era uma marca consolidada e demonstrava sua grande ambição: foi lançada, em plena corrida espacial, uma Barbie astronauta. Usando um típico traje espacial, a Barbie atingiu então um outro nível: o de inspirar e criar horizontes para seu público, majoritariamente composto por garotas jovens. Desde sua jornada espacial, Barbie teve mais de 150 carreiras, de top model até engenheira de software.

Barbie astronauta de 1965. (Foto: Mattel)

Coleção de 2018, mostrando algumas profissões da Barbie e suas amigas. Na imagem temos: Diretora de Longas, Desenvolvedora de Jogos, Empresária, Engenheira de Robótica, Exploradora de Marte, Engenheira de Computação e Arquiteta. (Foto: Mattel)

Ao longo de sua jornada, foi acompanhada por outras personagens que faziam papeis coadjuvantes na sua vida. Os exemplos mais notáveis são seu namorado Ken, uma de suas irmãs Skipper, e suas amigas Teresa e Midge. Com sua história sendo cuidadosamente delineada, em 1987 a Barbie se torna um produto audiovisual: são produzidos filmes, curta-metragens, músicas e a partir dos anos 2000, jogos interativos com sua marca.

Em 1986, a Barbie ganha um novo status na cultura pop quando Andy Warhol, famoso fotógrafo, pintor e designer, reproduz seu rosto em uma tela. A tela era um presente para o amigo Billy Boy, um talentoso designer de roupas e joias, que já colecionava bonecas Barbie e tinha uma fixação pela loira. Billy Boy então marca uma nova era para a Barbie: as bonecas podem ser feitas, também, para o deleite e coleção. Billy Boy produziu em 1985 duas bonecas para a Mattel: duas bonecas Barbie com roupas detalhadas, costura impecável e uma atenção gigante ao detalhe. Foram as primeiras bonecas a terem o nome do designer responsável inscrito na caixa. Estas edições limitadas foram acompanhadas de fotografias que quebravam a linha do senso comum na fotografia de produto: eram fotos que, assim como as bonecas, apresentavam um conceito. Desde então, a Barbie ganhou diversas edições limitadas e colecionáveis, muitas em parceria com marcas ou estilistas famosos; em 2004 oficialmente surge uma classificação para as bonecas colecionáveis – ganham selos oficiais conforme o número de unidades produzida. Milhares de colecionadores ávidos moldam suas coleções a partir das fotografias que são mostradas antes do lançamento das bonecas, que geralmente têm um valor acima da média da Barbie “comum”.

 

A reprodução da Barbie por Andy Warhol ganha uma edição especial colecionável da Barbie, em 2017. A boneca apresenta cabelo e joia similares às de Andy, e seu vestido é uma grande estampa da obra de arte. (Fotos: Acervo de Andy Warhol/Reprodução; Mattel)

Billy Boy e sua boneca, criada especialmente para Mattel. A fotografia mostra o criador e sua criação, tentando jogar com as proporções para imaginarmos uma Barbie que pode ser como nós. (Foto: Reprodução/Acervo da Mattel)

Barbie de Coleção Fantasy Goddess of Africa, de 1999. A comum fotografia de produto com um fundo branco ou monocromático é reimaginada para inserir a boneca no contexto desejado e esperado. A iluminação deve ser não somente eficiente para mostrar a boneca, mas também colaborar com sua estética. (Foto: Mattel)

Barbie As Juliet, modelo do ano de 2004, tem uma das mais interessantes fotografias da linha de coleção. A boneca, inspirada por Julieta do romance atemporal de Shakespeare, foi fotografada em um cenário miniaturizado, onde o jogo de luzes simula uma noite de lua intensa. A silhueta da boneca é destacada por uma linda luz de contorno, enquanto que suas feições são iluminadas precisamente para que seja possível também visualizar seu rosto e maquiagem. (Foto: Mattel)

Uma história peculiar chama atenção na relação da Barbie com a fotografia. Um semhor chamado Al Carbee, ganha atenção do mundo das artes ao debutar, aos 89 anos de idade, uma exposição no museu da pequena cidade de Saco, nos EUA, contendo fotografias e colagens diversas utilizando a boneca como personagem principal. Al Carbee, que possuía uma vasta e diversa coleção de bonecas Barbie, expressava através de dioramas (pequenos cenários) e bonecas sua ânsia criativa. Sua criação deu origem a um notável documentário intitulado “Magical Universe” onde ele narra precisamente suas criações. Mesmo após falecer em 2005, suas imagens foram e continuam sendo fonte de inspiração para fotógrafos, colecionadores e entusiastas da arte.

Al Carbee em seu estúdio improvisado, na sua casa, fotografando suas bonecas para suas composições. (Foto: Reprodução/John Atherton Monroe).

Colagem de Al Carbee onde a Barbie aparece como estrela. (Foto: Reprodução/Al Carbee)

A história da Barbie, no entanto, não é apenas construída no glamour e nos aplausos. Nos anos 90 começaram as primeiras críticas de que a boneca possuía proporções incoerentes: sua cintura seria muito fina, seus quadris não teriam a forma normal de uma mulher adulta, e muitas outras críticas. Em sua defesa, a Barbie alegava que estas proporções não poderiam ser comparadas a uma mulher adulta pois seu pequeno corpo deveria ter uma ergonomia que pudesse vestir as minúsculas roupas, que exigiam um processo diferente das roupas para adultos. Ainda assim, a Mattel decide em 2016 estrelar uma nova linha de bonecas, as Fashionistas. As Fashionistas estreavam um momento único na história: a Barbie agora possuía novos biotipos, tons de pele e diversidade imensa de cabelos, maquiagens e estilos. Em 2018, as Barbies Colecionáveis ganham uma nova linha de bonecas inspiradas por grandes mulheres; todos os anos são lançadas novas bonecas que mostram exemplos diversos como Frida Kahlo, Amelia Earhart, Katherine Johnson e muitas outras.

Coleção “Mulheres Inspiradoras” da Barbie, que começou com 3 grandes exemplos de perseverança feminina, e hoje já conta com mais de 20 modelos. (Foto: Mattel)

Em todo seu curso de vida, a Barbie inspirou e inspira especialmente garotas jovens de todo o mundo. Para os colecionadores, ela não é somente inspiração, mas também criação: muitos fotografam suas coleções de maneira única. O que não se pode negar é que um pequeno pedaço de plástico mudou o mundo. Desde 2017, as arrecadações mundiais da Barbie vêm caindo: o entretenimento por meios digitais conquistou seu público alvo infantil, deixando a fantasia de brincar de boneca de lado. Mas, ainda assim, ela chega aos 60 anos com uma coleção de bonecas comuns e para colecionadores, mostrando toda sua versatilidade e glamour.

Sexagenária, a Barbie certamente tem muito a dizer. E mais ainda quem a acompanha, fielmente. Para muitos o que era apenas plástico, se torna parte de suas vidas. O que toda sua jornada culmina até hoje é no seu amadurecimento. Desprendendo-se dos padrões do passado, buscando sempre novos horizontes com artistas e colaboradores, a Barbie mostra uma mulher contemporânea, que não tem medo de se expressar, de mostrar suas conquistas e de inspirar quem a cerca.

Feliz 60 anos, Barbie!

Referências:

https://www.usatoday.com/story/life/entertainthis/2018/04/25/tiny-shoulders-rethinking-barbie-hulu-documentary-curvy-doll/540663002/

https://hyperallergic.com/125248/al-carbees-art-of-dolls-and-yearning-oh-for-a-real-live-barbie/

https://barbielistholland.files.wordpress.com/

https://mashable.com/article/barbie-careers-stem-robotics-engineer/#Vp.Ml.5iHOqh

https://www.history.com/news/barbie-through-the-ages

https://barbie.mattel.com/shop/en-us/ba/barbie-signature-gallery

https://en.wikipedia.org/wiki/Barbie

Texto da aluna Alice Brooks

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Feliz Dia da Mulher!

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Montagem de exposição e conversas com os alunos de jornalismo e fotografia/ Abertura da Exposição

A fotógrafa Luciana Dantas esteve no dia de hoje (07), realizando a montagem da exposição fotográfica “O Protagonismo Feminino na Perpetuação da Cultura das Casas de Farinha”. A abertura da exposição acontecerá amanhã (08) a partir das 19h.

Luciana também esteve com os alunos das turmas de jornalismo e fotografia, conversando sobre a realização do projeto e falando um pouco do processo para a realização de pesquisas.

Na noite de ontem (08), Luciana recebeu familiares e amigos na abertura da sua Exposição.

As fotos tem AUDIODESCRIÇÃO que pode ser acessado através do site: femininofarinha.wixsite.com/site

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Exposição Fotográfica “O Protagonismo Feminino na Perpetuação da Cultura das Casas de Farinha”

Projeto de Pesquisa Fotográfica denominado: O Protagonismo Feminino na Perpetuação da Cultura das Casas de Farinha, proposto e executado pelo RETROGRAPHIE, com fotos de Luciana Dantas/Retrographie e curadoria da professora Renata Victor, aprovado e incentivado pelo FUNCULTURA, Fundarpe, Secretaria de Cultura, Governo de Pernambuco e apoiado pelo SERTA (Serviço de Tecnologia Alternativa).

O objetivo principal foi de registrar fotograficamente a rotina (doméstica, do campo e empreendedora) de mulheres agricultoras que fazem uso da forma tradicional de beneficiar a mandioca e lideram as Casas de Farinha, tidas como familiares. A pesquisa percorreu diversas cidades, tais como: Glória do Goitá, Lagoa de Itaenga, Pombos, Vitória de Santo Antão, Chã Grande, Amaraji, Primavera e Feira Nova.

As fotos tem AUDIODESCRIÇÃO que pode ser acessado através do site: femininofarinha.wixsite.com/site

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