Ciências da Religião – Licenciatura para o Ensino Religioso

 

Ciências da Religião – Licenciatura para o Ensino Religioso

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Sobre o Curso

– Carga horária: 3.440 horas
– Nº de vagas: 60 (sessenta), anuais
– Formas de ingresso: Vestibular; Transferência de outras IES; Portador de Diploma
– Duração do curso: 8 períodos, mínimo; 12 períodos, máximo
– Créditos: 216 obrigatórios
– Coordenação: Prof° Dr. Gilbraz de Souza Aragão
– Secretaria do Curso: Bloco C – 3º andar,  sala 302 – fone: (81) 2119-4335

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Objetivo

O Curso de Graduação em Ciências da Religião – Licenciatura em Ensino Religioso − objetiva a formação inicial para o exercício da docência do Ensino Religioso na Educação Básica. Compreende-se a docência em Ensino Religioso como ação educativa construída e focalizada na valorização e no reconhecimento da diversidade cultural religiosa, presente na sociedade brasileira, por meio do exercício do diálogo, da pesquisa, do estudo, da construção, da reconstrução e da socialização dos saberes, desenvolvendo-se na articulação entre conhecimentos científicos e culturais, valores éticos e estéticos, discutindo as relações de poder que permeiam as concepções históricas, culturais e religiosas que constituem as sociedades. O curso tem ainda como objetivos:

    • propiciar sólida formação teórico-metodológica no campo das Ciências da Religião e da Educação, a fim de promover a compreensão crítica e interativa do contexto, da estrutura e da diversidade do fenômeno religioso e o desenvolvimento de habilidades adequadas à docência do Ensino Religioso na Educação Básica;
    • proporcionar a construção e a reconstrução do conhecimento religioso com base em conceitos, práticas e informações sobre o fenômeno religioso em suas diversas manifestações no tempo, no espaço e nas culturas;
    • desenvolver a sensibilidade e a ética profissional nas relações com o fenômeno religioso, por meio de atitudes que valorizem a vida e a dignidade humana, e o reconhecimento do diferente e das diferenças no universo educacional e social, em todos os níveis de abrangência.

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Metodologia

A proposta pedagógica da EaD-UNICAP se pauta na articulação da educação a distância com o entrosamento humano-presencial. Para tanto, apresenta-se em três momentos de formação: encontro presencial, estudo dos livros texto e atividades de aprendizagem pela Web interativa. Cada módulo se inicia com as aulas presenciais que ocorrem uma vez ao mês. Em continuidade, são realizadas as atividades na Web em salas virtuais criadas para cada módulo e com acompanhamento do docente/tutor, além do suporte de um livro texto próprio.

A estruturação metodológica proposta prevê, portanto, a adoção de duas mídias integradas: livros texto, conteúdos e roteiros de estudos em um ambiente virtual. Docentes qualificados na área de conhecimento do curso e na educação a distância conduzem essa proposta, apoiados pela Equipe de Coordenadores do NEAD e por uma equipe de conteudistas contratados preferencialmente entre os professores do quadro permanente da UNICAP.

O desenvolvimento segue um ciclo de aprendizagem para o qual são convocados os componentes didáticos – aulas presenciais, ambientes virtuais na Internet e livros texto – em diferentes funções e objetivos de aprendizagem. O ciclo inclui, portanto, três grandes fases e cada uma delas pode ser desdobrada, se a dinâmica da turma assim exigir.

RECURSOS DIDÁTICO-PEDAGÓGICOS

As Coordenações do NEAD-UNICAP são responsáveis pelo desenvolvimento do material didático das disciplinas dos cursos, utilizado nas aulas presenciais e virtuais, mês a mês, com base na informação fornecida previamente pelo coordenador de curso.

AULAS PRESENCIAIS

A metodologia de aprendizagem proposta redimensiona a aula presencial, como um encontro de interação com os educandos e de apresentação de conteúdos que serão desenvolvidos em projetos de pesquisa. As aulas presenciais, neste contexto, conduzem ao desenvolvimento autônomo do estudante, mediatizado pelo professor, que incentiva os estudos e as pesquisas individuais e a evolução de cada discente.

As atividades presenciais são desenvolvidas em dois momentos, sendo que o primeiro objetiva a apresentação e o encaminhamento da aprendizagem dos conteúdos de cada módulo e o segundo tem como finalidade a avaliação final do componente curricular e o diálogo devolutivo sobre a evolução conseguida pelos estudantes em relação ao conjunto de conteúdos abordados.

Dessa forma, as atividades presenciais têm como objetivos:

  • introduzir e apresentar para os alunos os conteúdos e objetivos de cada componente curricular, problematizando, motivando e sensibilizando o grupo sobre a importância destes para a vida dos alunos nas dimensões pessoal e profissional;
  • informar aos alunos sobre a dinâmica da disciplina, os temas a serem pesquisados, os trabalhos a serem confeccionados, bem como as ferramentas de apoio à disposição para o desenvolvimento dos conteúdos do componente curricular;
  • apresentar para os alunos os principais conceitos envolvidos pelos conteúdos da disciplina, destacando os principais autores e fontes de consulta, com vistas à construção dos estudos e trabalhos do componente curricular;
  • avaliar a aprendizagem e, durante a culminância dos trabalhos (segundo momento presencial), informar detalhadamente aos alunos sobre o seu desempenho e aprendizagem, ressaltando os pontos positivos e negativos da evolução experimentada por cada um.

LIVRO-TEXTO

O conteúdo de cada disciplina do curso é apresentado em conformidade com as Diretrizes Curriculares Nacionais e com o currículo aprovado pelo Conselho de Ensino e Pesquisa da Universidade Católica de Pernambuco.

O material escrito pela equipe de conteudistas é o primeiro recurso didático do Curso de Ciências da Religião – Licenciatura em Ensino Religioso, uma mídia a ser estudada segundo ritmo personalizado por cada estudante. Os livros-texto estruturam, proporcionam a sequência e organizam as atividades do referido curso. São organizados por unidades que desenvolvem os temas e subtemas definidos nas ementas disciplinares aprovadas e organizados em formatos diversificados: de textos teóricos, que articulam e sistematizam conhecimentos, às sequências de atividades a serem desenvolvidas, além de roteiros de leitura e pesquisa.

Como subsídio ao aluno, durante todo o processo de ensino-aprendizagem, além de textos e atividades específicas, cada livro-texto apresenta sínteses das unidades, dicas de leituras e indicação de filmes, programas televisivos e sites, todos complementares ao conteúdo estudado. Informações, iconografia ou textos provocativos mobilizam professor e alunos para o tratamento de um tema, constituindo-se em ponto de partida para a proposição de atividades e para o desenvolvimento de orientações didáticas.

Ao desenvolver essas propostas, alunos e professores têm a oportunidade de refletir sobre questões que envolvem o cotidiano escolar, desenvolver competências e compartilhar conteúdos pertinentes ao exercício profissional.

AMBIENTE VIRTUAL

A UNICAP adotou o Moodle como ambiente virtual de aprendizagem para o oferecimento dos cursos a distância. Neste ambiente virtual, cada uma das disciplinas possui um espaço próprio que chamamos de “sala virtual”, agrupadas por curso, onde são disponibilizadas as atividades (exercícios), textos e/ou resumos referentes ao conteúdo apresentado na aula presencial e relacionado ao material entregue para os alunos.

Além da riqueza conceitual que propicia, a Internet, como recurso de ensino em larga escala, reúne, ainda, outras vantagens em relação às mídias que a antecederam: comporta a interação entre professor e aluno e destes entre si, sem perder a rapidez e a replicabilidade da informação, rompendo as fronteiras entre o “presencial” e o “não presencial”; possibilita a flexibilização dos tempos e dos espaços de ensino, favorecendo a autonomia do aluno em gerir seu próprio aprendizado; facilita a construção de situações e casos para simular a realidade da escola e da sala de aula.

Assim, as atividades que os estudantes fazem na Web se organizam em guias de autoaprendizagem, apoiadas em roteiros temáticos, sequências didáticas, orientações para chats e/ou fóruns, recursos para encaminhar dúvidas e receber as respostas de docentes ou equipe pedagógica. A interação dos alunos com a Instituição e, especialmente, com os professores e docentes de apoio das disciplinas se dará por meio de um contínuo processo de acompanhamento das atividades (trabalhos e tempo de utilização da Web).

Portanto, podemos considerar os seguintes objetivos de aprendizagem via Internet:

  • realizar pesquisas na rede mundial de computadores de modo organizado e produtivo;
  • ampliar, aprofundar, contextualizar conteúdos examinados pelas outras mídias e realizar atividades ou sequências didáticas especialmente planejadas para a Web;
  • compreender como o processo de aprendizagem ocorre na Web e qual a importância dessa tecnologia para sua futura prática docente;
  • desenvolver autonomia e capacidade de autogestão da aprendizagem;
  • compartilhar dúvidas, trabalhos produzidos e outros resultados decorrentes de suas atividades no curso;
  • participar de debates ou grupos de discussão sobre temas de interesse do curso, orientados pelos docentes de apoio.

PRÁTICA COMO ATIVIDADE CURRICULAR

A Prática como Componente Curricular (PCC) é um componente obrigatório na integralização das atividades acadêmicas próprias da formação docente, e consiste no conjunto de atividades que inter-relacionam o conteúdo próprio das disciplinas de Ciências da Religião com práticas pedagógicas planejadas e executadas pelo licenciando, sob a orientação do docente responsável pela disciplina, com a principal finalidade de introduzir exercícios docentes na formação do licenciado desde os primeiros semestres de curso.

A Prática como Componente Curricular tem como objetivos propiciar ao acadêmico:

  • a vivência de situações concretas de trabalho que lhe possibilitem a integração dos conhecimentos teóricos e práticos, com os conhecimentos próprios da formação do profissional enquanto um professor/educador;
  • a autorreflexão sobre a construção dos conceitos próprios das disciplinas no processo de explicitação de sua aprendizagem em público.

A prática como componente curricular será configurada no interior de disciplinas mais propícias da grade curricular obrigatória do curso, constituindo uma carga horária total de 405 horas, distribuídas ao longo do curso, desde o primeiro semestre. São consideradas atividades de prática como componente curricular: participação de seminários nas disciplinas; pesquisa e análise de material didático em livros, meios de divulgação, impressos e eletrônicos, e na internet; preparação de roteiros, aulas e planos de ensino, preparação de material didático, tais como montagem de experimentos, concretos e virtuais, apresentações, “banners”, “applets” e simulações.

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Estágio Curricular

A UNICAP criou e tem ampliado sua rede de convênios com empresas públicas e privadas, a fim de possibilitar uma efetiva estrutura de inserção do aluno no seu campo de estágio. A concepção pedagógica defendida pela UNICAP valoriza a articulação da teoria com a prática para a formação dos futuros professores. A elaboração do Regulamento de Estágio Curricular Supervisionado próprio considera as características da concepção pedagógica, do acompanhamento e supervisão do aluno, além dos aspectos operacionais e administrativos indispensáveis para o registro da titulação.

Como parte integrante da formação e desenvolvimento profissional nas diferentes áreas, o estágio curricular supervisionado representa um conjunto de atividades práticas que o estudante desenvolve na comunidade, nas instituições educacionais e nas empresas. Essas atividades guardam relação com a sua área de formação e são desenvolvidas sob a responsabilidade e acompanhamento da instituição formadora. As atividades desenvolvidas no Estágio Curricular Supervisionado do Curso de Ciências da Religião – Licenciatura em Ensino Religioso, em um total de 495 horas, possibilitarão a prática dos conhecimentos adquiridos durante o Curso e a socialização da experiência por meio de reflexão conjunta com o professor responsável pelo acompanhamento do estágio e o supervisor da unidade concedente.

Um elemento fundamental para a prática de estágios é o relatório, com o registro pontual das experiências e atividades vividas na escola e/ou na empresa. O relatório deve incluir uma reflexão na ação, sobre a ação e sobre a ação na ação. Estas atividades bem como a elaboração do relatório serão orientadas, supervisionadas e avaliadas por um professor responsável. No desenvolvimento das atividades de estágio participa também um profissional da área com formação específica para acompanhamento do aluno.

O estágio curricular supervisionado tem por objetivo oportunizar ao futuro profissional condições para:

  • desenvolver atitude de investigação e de pesquisa no decorrer das atividades de estágio, favorecida pelas orientações previamente fornecidas pelos supervisores e orientadores de estágio;
  • desenvolver competências necessárias à atuação profissional, ao aperfeiçoamento técnico, cultural e científico, e ao relacionamento interpessoal;
  • viabilizar a participação ativa do aluno em seu processo de aprendizagem, aproximando-o das ocorrências críticas do cotidiano profissional;
  • realizar observações, registros e análise de situações contextualizadas de ensino em sala de aula e de processos de gestão educacional;
  • analisar, conhecer e atuar na resolução de situações-problema características do cotidiano profissional, considerando, basicamente, a reflexão teórica como subsídio;
  • possibilitar ao aluno o desenvolvimento de sua capacidade científica e criativa na área de formação;
  • permitir ao aluno desenvolver o senso crítico, contribuindo para a formação da cidadania e fornecendo subsídio para que ele possa interagir na comunidade, visando à melhoria da qualidade de vida da sociedade em geral;
  • estimular a mobilização, integrada e contextualizada, de diferentes saberes, encaminhada para a identidade profissional.

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Perfil Profissional

O egresso do Curso de Graduação em Ciências da Religião-Licenciatura em Ensino Religioso deverá estar apto a:

  • trabalhar pedagogicamente os conteúdos básicos objetos do processo de ensino aprendizagem do Ensino Religioso na educação básica, com habilidades, métodos e técnicas pedagógicas necessários para a construção e a reconstrução do conhecimento religioso pelos educandos;
  • reconhecer, respeitar e valorizar a diversidade e a complexidade das manifestações e experiências religiosas no contexto escolar e social;
  • compreender os diversos processos de aprendizagem nas diferentes etapas de desenvolvimento dos educandos, bem como contribuir na busca de respostas aos seus questionamentos existenciais, no entendimento da sua(s) identidade(s) religiosa(s) e na convivência com as diferenças;
  • analisar o papel das tradições religiosas na estruturação e na manutenção das suas respectivas realidades sociais, históricas, políticas e culturais;
  • compreender, respeitar e valorizar os princípios históricos, culturais, filosóficos, éticos, doutrinais e morais das diferentes matrizes religiosas (africana, indígena, oriental e ocidental);
  • promover e facilitar relações de cooperação entre a instituição educativa, as famílias e a comunidade, reconhecendo a pluralidade cultural desses contextos, assumindo a diversidade nos seus múltiplos aspectos;
  • interpretar o fenômeno religioso na diversidade cultural local e global, com diferentes leituras, através das Ciências da Religião, da Sociologia, da Psicologia, da Antropologia, da Filosofia, da História, da Geografia, das Artes, da Teologia, da Educação e outras áreas de conhecimento;
  • manusear as tecnologias de informação e comunicação adequadas ao desenvolvimento de aprendizagens significativas e utilizar, com propriedade, instrumentos próprios para construção de conhecimentos pedagógicos e científicos;
  • aprofundar continuadamente seus conhecimentos mantendo uma postura de professor pesquisador;
  • atuar com ética e compromisso, com vistas à constituição de uma sociedade justa, solidária e humana, que questiona e busca intervir nas fontes geradoras do sofrimento, da ignorância e da injustiça.

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Mercado de Trabalho

O campo de atuação do licenciado em Ciências da Religião compreende as dimensões abaixo.

  • Docência: na Educação Básica, na disciplina de Ensino Religioso ou disciplinas correlatas no Ensino Fundamental e no Ensino Médio, assim como em Educação Profissional, na área das Ciências Humanas nos serviços e apoio escolar.
  • Pesquisa em nível de pós-graduação: opção por continuar os estudos na área de Ciências da Religião e suas áreas afins em nível de pós-graduação stricto sensu, bem como em suas variantes.
  • Produção e difusão do conhecimento científico e tecnológico do campo educacional.

Portanto, a preparação do profissional docente de Ciências da Religião se dará de maneira integrada e indissociável para o exercício da docência e para a gestão dos processos educativos escolares e comunitários, assim como para a produção e difusão do conhecimento do campo educacional.

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Atividades Complementares

As Atividades Complementares oferecidas pelos cursos de Licenciatura, na modalidade a distância, da Universidade Católica de Pernambuco, conforme Regulamento próprio, foram definidas a partir da legislação em vigor, Resolução nº 02, de 1 de julho de 2015, que instituiu as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação Inicial e Continuada em Nível Superior de Profissionais do Magistério para a Educação Básica.

Elas se caracterizam como atividades paralelas ao curso, de aprofundamento e diversificação de estudos, que possibilitam o reconhecimento de habilidades e competências do aluno, fora do ambiente escolar, tendo em vista essencialmente estimular a prática de estudos independentes, transversais, interdisciplinares e contextualizados nas relações com o mundo do trabalho, estabelecidas ao longo do curso e integradas às particularidades regionais e culturais; complementar e aprofundar o currículo em áreas específicas de interesse dos alunos; favorecer o relacionamento entre diferentes grupos e a convivência com as diferenças sociais; favorecer a progressiva autonomia intelectual e profissional.

As Atividades Complementares tem como objetivo propiciar ao aluno a aquisição de experiências diversificadas inerentes e indispensáveis ao seu futuro profissional, buscando aproximá-lo da realidade escolar, enriquecendo o processo de ensino–aprendizagem privilegiando: a complementação da formação social e profissional; atividades de cunho comunitário e de interesse coletivo; atividades de assistência acadêmica e de iniciação científica; atividades esportivas e culturais, além de intercâmbios com instituições congêneres.

As Atividades Complementares integram o Projeto Pedagógico do curso, considerados os seguintes critérios:

  • constituem atividades acadêmicas distribuídas ao longo do curso e contemplam atividades de ensino, pesquisa e extensão;
  • para efeito da integralização curricular, a realização das atividades complementares corresponde ao cumprimento de 200 horas de atividades;
  • os princípios e a dinâmica de funcionamento das Atividades Complementares estão sujeitos às diretrizes gerais da UNICAP, conforme resolução do CONSEPE nº 009/2005, de 06.05.2005.

As Atividades Complementares são obrigatórias para a integralização curricular com as cargas horárias inseridas nas estruturas curriculares. O não cumprimento das 200 horas obrigatórias constituirá disciplina em regime de dependência, podendo o aluno, na dependência, aproveitar as horas de Atividades Complementares cumpridas anteriormente.

Na sala Web das Atividades Complementares, o aluno encontra o regulamento, anexos e roteiro de relatório, assim como esclarecimentos e informações necessárias para o início da realização de suas atividades.  O aluno poderá entregar seus comprovantes pessoalmente ao supervisor ou postá-los na plataforma da Internet.  Na sala de Atividades Complementares o aluno encontra sugestões de atividades envolvendo quatro categorias: ensino, pesquisa, extensão e cultura.

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Trabalho de Conclusão de Curso

O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) é realizado por meio de uma monografia, desenvolvida pelo aluno nos dois últimos períodos do curso, e expressará os processos pedagógico, técnico e científico, por meio do qual o aluno sistematizará seus conhecimentos sobre um objeto de estudo definido para fins de pesquisa.

A monografia consiste em um trabalho escrito, feito conforme as regras e orientações metodológicas, na qual o aluno apresenta uma pesquisa sobre determinado tema das Ciências da Religião. É um trabalho essencialmente pessoal. Antes de ser redigida, a monografia deve ser planejada. Este planejamento consiste na escolha de um tema, no levantamento bibliográfico, na estruturação do trabalho escrito, na coleta de dados bibliográficos. Em seguida vem a fase da redação da monografia, durante a qual a coleta de dados pode ser completada. Ao escrever a monografia, o estudante deve demonstrar que sabe refletir sobre um tema e que é capaz de expressar suas ideias com clareza.

O aluno matricula-se na disciplina Monografia I, no decurso da qual inicia sua pesquisa, escolhendo o tema a ser abordado e aprendendo as regras metodológicas para a redação da monografia. As aulas incluem constante partilha dos passos já realizados por cada aluno. Concomitantemente, o aluno procurará um orientador para seu trabalho entre os professores que atuam no curso, com o qual fará encontros regulares.

A escolha do professor orientador deve ser aprovada pelo coordenador de curso, que cuidará para que um mesmo professor acumule no máximo 06 (seis) orientandos. Orientando, orientador e coordenador de curso assinam um documento de registro do tema que será abordado. Ao final dessa fase, o aluno terá elaborado um projeto de monografia no qual deve aparecer claramente: o tema a ser abordado na monografia, uma justificativa, os objetivos, o(s) problema(s) principal(ais), sua metodologia de trabalho, uma estrutura mínima da redação e uma bibliografia básica. Caso não consiga elaborar seu projeto dentro do semestre no qual se matriculou em Monografia I, o aluno renova sua matrícula na disciplina. Por outro lado, uma vez aprovado, o estudante está apto a matricular-se em Monografia II.

A orientação continua em Monografia II. Essa disciplina consiste na redação, propriamente dita, da monografia. Ao longo do semestre, estudante e professor orientador manterão encontros regulares de orientação. Nesta fase, a orientação versará sobre o conteúdo e a sistematização metodológica da monografia. Em sua redação final, uma monografia ficará dentro do limite de trinta páginas. Caso ultrapasse esse limite, a nota da monografia poderá ser reduzida, a critério dos avaliadores. Ela deve conter: capa, página de rosto, sumário, introdução, desenvolvimento, conclusão, referências. Ela ainda pode conter uma página de agradecimento, de dedicatória e/ou de pensamento e lista de tabelas e de figuras, se for o caso. As referências ao longo do trabalho e finais devem ser apresentadas conforme as orientações da ABNT.

Uma vez aprovada  a monografia pelo professor orientador, o aluno a entregará na secretaria em duas cópias. Cabe, então, ao coordenador de curso constituir uma mini banca examinadora, composta pelo professor orientador e um professor convidado, diante da qual o estudante apresentará sua monografia. Esta apresentação é aberta ao público. A apresentação será, no mínimo, uma semana após a entrega da monografia e sempre antes do encerramento do semestre. Caso o estudante não consiga cumprir esses prazos, deverá matricular-se novamente em Monografia II.

Depois da apresentação, cada avaliador atribuirá nota de 0,0 (zero) a 10,0 (dez), as quais serão somadas e o resultado dividido por dois, que resultará na média final. Ao aluno que obtiver Nota Final igual ou maior que 7,0 (sete) será atribuído o conceito SUFICIENTE e para aquele que obtiver nota inferior a 7,0 (sete) o conceito INSUFICIENTE.

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Avaliação de Ensino e Aprendizagem

O processo de avaliação dos cursos ofertados por meio da modalidade a distância será resultado da articulação das formas diagnóstica, formativa e somativa.

A avaliação diagnóstica, assim entendida a modalidade de avaliação a ser procedida no início do curso, tem a finalidade de identificar os conhecimentos prévios dos alunos, principalmente em relação ao domínio de informática. Com base em seus resultados, serão propostos programas de nivelamento para que todos os alunos iniciem os cursos em condições de usufruir, em sua plenitude, dos conteúdos programados, compatibilizando a coletividade discente, especialmente com os recursos informatizados.

Porém, detectadas deficiências em conteúdos considerados indispensáveis para o bom desenvolvimento da aprendizagem do aluno, os módulos de nivelamento tornam-se obrigatórios para estes discentes, sendo considerados pré-requisitos para a continuidade da oferta dos componentes curriculares dos cursos.

A avaliação formativa, processual, será efetivada ao longo de todo o curso, durante a integralização de cada um de seus componentes curriculares, permitindo o acompanhamento metódico de cada aluno, de forma sistematizada e individualizada, com intervenções pedagógicas sempre que necessário, com vistas à ampliação das oportunidades de aprendizado dos alunos. Para evitar o risco de isolamento, serão propostas ações coletivas baseadas nas características reais da turma, proporcionando ao grupo condições efetivas de interação, especialmente por meio da Web.

Os principais mecanismos de avaliação formativa são: a avaliação progressiva do aluno apoiada no desenvolvimento das atividades individuais realizadas presencialmente ou a distância e pela prova final escrita realizada individual e presencialmente durante a culminância das disciplinas.

Finalmente, o sistema de avaliação prevê a avaliação somativa, que consiste no somatório dos valores atribuídos ao desempenho dos alunos ao longo das atividades realizadas na disciplina, com o objetivo da atribuição da nota final de aprovação ou reprovação no componente curricular.

A avaliação dos resultados de aprendizagem nas disciplinas EaD será igual à adotada nas disciplinas presenciais: será considerado aprovado por média o aluno que obtiver média ponderada igual ou superior a 7,0 (sete) e haja cumprido a frequência mínima de 75% (setenta e cinco por cento) às aulas presenciais e atividades virtuais.

Cálculo da média ponderada:
1º GQ (peso 2) – somatório das pontuações das atividades no ambiente virtual de aprendizagem Moodle
2º GQ (peso 3) – nota da avaliação presencial

Obs: o aluno ausente na avaliação presencial terá direito à realização de uma 2ª chamada presencial.

O aluno que não alcançar o índice de aprovação 7,0 (sete) pontos, na média ponderada, poderá realizar uma prova final presencial para alcançar o mínimo de aprovação, 5,0 (cinco) pontos, na média final aritmética entre a prova final presencial e a média ponderada, desde que haja cumprido a frequência mínima de 75% (setenta e cinco por cento) às aulas presenciais e atividades virtuais.

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