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Armando José da Costa Carvalho por batismo -
nasceu laçado - Armando da Costa Carvalho, por opção, pernambucano de Recife,
professor por vocação, advogado por profissão, nasceu no dia 01 de janeiro de
1948, filho de Gilberto da Costa Carvalho, já falecido, e de Maria Dolores da
Costa Carvalho. É o filho mais velho do casal e tem duas irmãs - Andréia e
Vanúzia; tem duas filhas, Elizabeth e Júlia e uma neta, Ana Clara. É formado em
Direito pela Universidade Católica de Pernambuco - em 1971 - e começou sua
carreira universitária como docente em 1971 - ainda estudante - na condição de
monitor da disciplina Introdução ao Estudo do Direito, sendo oficialmente
contratado pela UNICAP em 1972 para lecionar aquela disciplina. Ao longo de seu
tempo de trabalho exerceu algumas funções relevantes na UNICAP, a saber, Vice
Decano do Centro de Ciências Sociais, Assessor do Departamento de Ciências
Jurídicas, Assessor da Divisão de Planejamento Acadêmico, Coordenador do 1º
Ciclo do CCS, Coordenador Geral do 1º Ciclo, Coordenador Geral Comunitário,
cargo que ocupa até os dias de hoje.
Fora do ambiente universitário vivenciou algumas
experiências que de muito lhe valem na vida, a saber, entre outras, exerceu
funções de Assessor da Direção do Conservatório Pernambucano de Música,
Coordenador Administrativo e Financeiro da Fundação do Patrimônio Histórico e
Artístico de Pernambuco - FUNDARPE, Diretor Administrativo e Financeiro da mesma
FUNDARPE, Assessor Especial da Direção Geral da Escola Técnica Federal de
Pernambuco e Chefe da Procuradoria Jurídica daquela Instituição Federal de
Ensino. Naquela mesma Instituição submeteu-se a concurso público para docente,
tendo logrado aprovação, e é hoje professor da disciplina Organização e Normas.
Além disso, exerceu por mais de 25 anos ininterruptamente a advocacia.
Passou toda a sua infância - muito feliz por sinal
- subindo e descendo as tradicionais ladeiras da linda cidade de Olinda,
namorando com o Recife, onde hoje mora. Naquela histórica cidade deu os seus
primeiros passos, aprendeu as primeiras letras, brincou as primeiras
brincadeiras, fez os primeiros amigos, aprendeu a ser fiel e grato - que
considera ser as suas verdadeiras qualidades - deu os primeiros passos na
música, seu maior deleite, aprendendo um pouco - um pouquinho - de violão e
piano. Freqüentou naquela cidade memoráveis saraus, onde sempre que era
convidado recitava e cantava. Participava, outrossim, de forma muito forte dos
movimentos da Igreja, particularmente nas atividades para jovens da sua
paróquia, a de São Pedro Mártir. Sempre que pode ressalta que, também no campo
artístico, seu maior ídolo sempre foi o seu pai, médico sanitarista, mas
excelente declamador e inspirado poeta, talvez de quem tenha herdado sua
tendência para colocar letras em canções populares.
Até a presente data já publicou quatro livros -
todos versando em torno da Introdução ao Estudo do Direito, disciplina que
sempre lecionou na UNICAP, e teve oportunidade de proceder à seleção musical e
direção geral de inúmeros espetáculos, destacando-se, entre eles, alguns com a
participação de grandes artistas ligados à MPB, a saber, Canhoto da Paraíba,
Edilson da Flauta, Bozó do 7 cordas, Alcides do Cavaquinho, Nuca, etc. Desde
1984 dirige o grupo musical MPB-UNICAP e supervisiona todos os demais grupos
artísticos da UNICAP. Dirigiu, por exemplo, entre outros, os espetáculos:
Chega de Saudade - Revivendo Vinícius, Se todos
fossem iguais a você;
Chico em Branco e Preto - em homenagem a Chico
Buarque;
Tom, é preciso dizer adeus - em homenagem ao
músico e compositor Tom Jobim;
Detalhes de uma vida - homenageando Roberto
Carlos;
Elis, uma estrela - homenageando Elis Regina;
Ney Matogrosso - um Artista;
Naquela Mesa, em homenagem a Ângela Maria e Nelson
Gonçalves;
E Vamos à Luta, em homenagem a Gonzagão e
Gonzaguinha, em preparação para este 1998;
Viva Meu Samba I;
Viva Meu Samba II;
Hoje o Brega Sou Eu;
Um Sarau para Paulinho da Viola;
Esses Cinquentões e Sua Música Maravilhosa;
Esses Cinquentões e Sua Música Maravilhosa II.
Samba Agoniza, Mas Não Morre.
O Tempo Não Pára, Me Chama!
21 Anos de Estrada
Sambas e Marchas
Apoteose ao samba
Eu sou o forró
Ainda no campo artístico, vale referir que fez a
Direção de Estúdio e Geral dos CDs gravados pelo MPB-UNICAP, a saber, De volta
às origens, Se tocar o povo canta, Segredos do Coração, Indignação, Personagem,
Estrelas a Luzir e Baile do Povo, além dos CDs gravados pela Banda Marca Maior, da qual também
foi
Diretor Geral.
É autor de cerca de cento e quarenta e nove
composições gravadas e, inclusive, fez a letra do Hino da UNICAP.
Ama muito o seu trabalho, declara-se um homem
feliz e realizado e quer dedicar-se, até o último de seus dias, à música, sua
maior paixão.
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