“Conversa de Justiça e Paz”: “Eleições 2018: sinal de esperança para a democracia brasileira”.

“Envolver-se na política é uma obrigação para um cristão. Nós, cristãos, não podemos nos fazer de Pilatos e lavar as mãos. Não podemos! Devemos nos envolver na política porque a política é uma das formas mais elevadas da caridade, porque ela procura o bem comum.” Papa Francisco, Vaticano, 2015. A Comissão Justiça e Paz de Brasília (CJP-DF), realiza no próximo dia 2 de abril, a 43ª “Conversa de Justiça e Paz”, com o tema: “Eleições 2018: sinal de esperança para a democracia brasileira”. A fim de desenvolver a reflexão e Continue lendo →

Mensagem da Comissão Episcopal Pastoral para a Ação Social Transformadora da CNBB

Brasília, 26 de março de 2018 AST- Nº. 0196 /18 As Pastorais Sociais, o Setor da Mobilidade Humana e Organismos, orgânicos à Comissão Episcopal Pastoral para Ação Social Transformadora da CNBB, por meio de suas representações reunidas durante os dias 21, 22 e 23 de março de 2018, no Centro Cultural de Brasília, vem manifestar sua indignação com a cultura de morte e violência expressa nas execuções da vereadora Marielle Franco e Anderson Gomes, ocorridas no último dia 14, no Rio de Janeiro. As execuções e os assassinatos que acontecem Continue lendo →

Nota da ABA/CAI sobre a decisão da Corte Interamericana de Direitos Humanos no julgamento do caso dos Xukuru

A Associação Brasileira de Antropologia, por meio de sua Comissão de Assuntos Indígenas, vem a público manifestar-se sobre a inédita sentença da Corte Interamericana de Direitos Humanos, condenando o Estado Brasileiro por violações de direitos humanos no processo de demarcação e regularização fundiária da Terra Indígena do povo Xukuru do Ororubá. Avaliamos este caso, como de singular importância para a garantia dos direitos indígenas no Brasil. O caso da demarcação da Terra Indígena do povo Xukuru não pode ser tomado como uma situação isolada no contexto da política indigenista brasileira. Continue lendo →

JUSTIÇA DE TRANSIÇÃO: desafios e recomendações do Relatório da Comissão Estadual da Memória e Verdade Dom Helder Camara.

Serviço: JUSTIÇA DE TRANSIÇÃO: desafios e recomendações do Relatório da Comissão Estadual da Memória e Verdade Dom Helder Camara. Dia: 23.03.18 Local: Auditório G1/ UNICAP Horário: 8h 30min até 12h e 18h 30min até 21h 45min. Organizadores: Cátedra Dom Helder Camara, Humanitas, REC, e Curso de Direito da UNICAP.

PUC-Rio lamenta morte de Marielle Franco, vereadora e ex-aluna

 Ela era nossa aluna A Reitoria da PUC-Rio manifesta sentimento de pesar pelo brutal assassinato da ex-aluna de Ciências Sociais, a Vereadora Marielle Franco, defensora dos direitos humanos dos pobres e marginalizados de nossa cidade. Lamentavelmente este crime ocorre na contramão do tema da Campanha da Fraternidade de 2018 da Igreja Católica do Brasil, que convida todos à superação da violência e à busca de uma cultura de paz. A Universidade estende a sua solidariedade aos seus familiares e amigos, pedindo ao Bom Deus que acolha na pátria celeste esta Continue lendo →

Declaración frente al asesinato de Marielle Franco en RJ.

15 de marzo de 2018 En el día de ayer se dio a conocer el brutal asesinato de Marielle Franco concejal de Rio de Janeiro, por el Partido Socialismo e Liberdade (PSOL). Marielle tenía 38 años de edad era socióloga, activista del movimiento negro, militante feminista y ferviente defensora de los derechos humanos. Semanas atrás, Marielle Franco había asumido responsabilidades en la Cámara de Concejales de Rio con el fin de controlar la actuación de las tropas a cargo de la intervención militar decretada por Michel Temer el 16 de Continue lendo →

Nota de pesar pelo assassinato de Marielle Franco e de Anderson Pedro Gomes

Rio de Janeiro, 15 de março de 2018. O Centro Pela Justiça e o Direito Internacional lamenta profundamente o assassinato da vereadora Marielle Franco e de Anderson Pedro Gomes, motorista que a acompanhava na noite de ontem, dia 14 de março. Entendemos que os fatos prescindem de um tratamento diferenciado de um crime comum, decorrente da violência urbana cotidiana. A investigação dos crimes praticados contra os defensores e defensoras de direitos humanos tem, necessariamente, que partir do contexto de sua atuação. Marielle era uma mulher negra, defensora de direitos humanos Continue lendo →