Padre Kiko celebra 25 anos de ordenação presbiteral

Há 25 anos, o jesuíta Francisco Secchim, carinhosamente chamado por todos de Kiko, foi ordenado padre. A comemoração aconteceu no domingo passado com uma celebração eucarística, às 19h, na Capela de São Pedro, na Paróquia de Piúma, no Espírito Santo. Nesta quarta-feira (5), Padre Kiko presidiu uma celebração eucarística na Igreja Matriz da Paróquia de Piúma em comemoração aos 25 anos da sua primeira missa.

Fotos: Arquivo pessoal

Kiko foi ordenado no dia 4 de dezembro de 1993 por Dom Luís Mancilha Vilela, na época bispo de Cachoeiro de Itapemirim (ES). Participaram da celebração o então Provincial dos Jesuítas João Pedro Cornado, Padre Walter Conlan e o então diácono Miguel Martins Filho, que já foram Pró-reitores Comunitários da Unicap. A ordenação contou também com a presença de amigos de Belo Horizonte, onde trabalhou na Pastoral da Catequese, além de muitos padres jesuítas e colegas do tempo da formação, entre eles o boliviano Padre Hugo Ara, que atuou como mestre de cerimônias na celebração.

“Fica difícil descrever a alegria e o agradecimento a Deus pelos 36 anos de vida religiosa na Companhia de Jesus e agora de uma forma especial, por esse Jubileu de Prata de ordenação presbiteral. Deus é assim: convida a gente a participar de sua vida e da missão de seu Filho amado. Tenho consciência que da minha parte não tenho merecimento algum. Tudo é Graça de Deus que, na sua infinita misericórdia, me chamou ao serviço do Reino”, afirma Padre Kiko.

O lema que ele escolheu é O Espírito do Senhor me enviou para anunciar a Boa Nova aos pobres (Lc 4, 16). “Continua sendo um desafio para mim, principalmente nesse tempo em que os mais vulneráveis de nossa sociedade têm seus direitos desrespeitados com uma aparente normalidade por pessoas inescrupulosas que para manter seus privilégios jogaram o Brasil numa das maiores crises de sua história. Quando entrei na Companhia de Jesus nossa missão se definia como o serviço da fé e a promoção da justiça. Hoje a esse binômio a recente Congregação Geral acrescentou a dimensão da reconciliação. Que Deus me dê a graça de permanecer fiel a esse chamado enquanto eu viver. Demos graças a Deus”.

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