Mestrado em Indústrias Criativas da Católica realiza #Semana1

O Programa de Pós-graduação em Indústrias Criativas da Universidade Católica de Pernambuco realizou na noite da quarta-feira, dia 7, no anfiteatro do bloco G4, a abertura das atividades no semestre letivo de 2018.1, do Mestrado em Indústrias Criativas, chamada de Semana 1 (#Semana1). O evento contou com as conferências do empreendedor social Fábio Silva, do Porto Social; do gerente de Distribuição do Canal Futura e professor de Jornalismo da ESPM Rio, José Brito; e do cônsul de Diplomacia Pública (educação, cultura e imprensa) dos Estados Unidos no Recife, Daniel Stewart.

Segundo o coordenador do curso, professor Juliano Domingues, durante a #Semana1 os alunos do programa assistem a palestras de convidados que dialogam com o Mestrado. “Hoje, nós temos três palestrantes convidados, depois teremos um debate. Também teremos programação no sábado, dia 10, às 9h, aqui mesmo no anfiteatro, com a presença de Gustavo Almeida, da Empresa Pernambucana de Comunicação – EPC; Cláudio Nascimento, da Open & Agile Smart Cities – ASC; e Felipe Almeida, do Mundo Bita”, disse Juliano.

Ainda segundo ele, “o nosso objetivo é despertar nos mestrandos as diversas possibilidades de aplicações das pesquisas de nossos alunos no mercado de trabalho.” Já para o também professor do programa, Dario Brito, “é uma semana para abrir a mente dos mestrandos e tem funcionado muito bem. No ano passado, as turmas que participaram ficaram acessas e cheias de ideias para seus projetos.”

Com o auditório formado pelos professores e alunos do Mestrado Profissional em Indústrias Criativas, da graduação Tecnológica em Jogos Digitais e visitantes, tiveram início as conferências, começando pelo gerente de Distribuição do canal Futura e professor de Jornalismo da ESPM Rio. Em sua palestra, José Brito compartilhou suas práticas no Canal Futura para aproximar um público de jovens e educadores do conteúdo digital do Canal Futura.

“O Futura é um projeto que já tem 20 anos e que atua muito no ambiente da TV paga, da TV universitária, da TV aberta. De 2016 para cá, isso foi se ajustando a outros interesses e a outras plataformas. As plataformas digitais vieram com possibilidades de gameficação, nós lançamos um quiz de perguntas e respostas que associa todo o universo temático da grade do Futura. Há gameficação para que jovens e professores possam se aproximar do conteúdo independente da ferramenta da televisão. A gente fez experimentos em redes sociais com serviço de mensageria, pegamos informações de quem consome marca pelo serviço. A partir daí tem outras propostas, como os canais Play, o Futura Play, a oferta de conteúdo sem ter que fazer cadastro ou login, como normalmente que é feito por uma TV por assinatura, onde você tem uma assinatura com acesso livre a programação do canal e tudo pensado pelas oportunidades da convergência, o mundo cada vez mais trazendo novidades a curto prazo e outras gerações consumindo TV de outra maneira”, apresentou José Brito.

Em seguida, o cônsul Daniel Stewart apresentou um panorama do que os Estados Unidos pensam das Indústrias Criativas. “Para o Consulado Americano esta ideia de criatividade e de inovação é muito importante. Nós temos como objetivo aqui no Recife promover a economia e os benefícios econômicos mútuos entre o Brasil e os Estados Unidos. Vimos agora aqui no Brasil e nos Estados Unidos que o setor criativo é uma força motriz de inovação e de economia. Então, para nós, isso é uma boa oportunidade para entender mais sobre este assunto aqui no Recife, neste Programa aqui na Unicap e para falar um pouco com vocês alunos, sobre as possibilidades de fazer esse tipo de educação aqui”, enfatizou Daniel Stewart.

Por fim, Fábio Silva abordou sobre  empreendedorismo social e que, segundo ele, é um tema que ele fala 24 horas por dia. “O empreendedorismo social nasceu para que programas, projetos e serviços possam nascer para resolver problemáticas sociais, para educação, saúde, meio ambiente, ou seja para o engajamento cívico. Eu tenho criado plataformas para tentar resolver um problema dos países emergentes, o Brasil é um deles, do baixo engajamento cívico e as consequências que isso tem gerado. Isso tem a ver com tecnologia, com inovação, com tudo que o curso se propõe a fazer. Nós temos hoje desenvolvido na cidade do Recife e depois exportado para 12 cidades do Brasil uma ferramenta chamada Transforma, que é uma plataforma que gera na cidade o cardápio cívico. As pessoas entram, se cadastram na plataforma e, a partir disso, elas são ligadas a todas as vagas de trabalho voluntário da cidade e, quando isso é cruzado, a gente tem um equipamento de rua chamado voluntariômetro, que assim como o impostômetro contabiliza os impostos de uma cidade, o voluntariômetro contabiliza a quantidade de horas de engajamento cívico numa cidade”, explicou Fábio Silva.

Em seguida houve um debate entre os conferencistas e o público presente.

 

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