Bloco G passará por reforma

Quem passa pelas imediações da Diretoria de Gestão Escolar (DGE) ou Central de Informações, já deve ter percebido a colocação de tapumes brancos na área. São as primeiras medidas de segurança para a reforma do bloco G. Assim como os blocos A, B e D, a edificação terá o revestimento da fachada trocado e haverá também reparos na estrutura de concreto. A previsão é de que a obra dure 36 meses.

De acordo com o Setor de Engenharia e Arquitetura (SEAR) da Universidade, não haverá mudanças no funcionamento dos Centros de Ciências Jurídicas (CCJ) e Ciências Sociais (CCS). Alguns cursos do Centro de Teologia e Ciências Humanas (CTCH) seguirão com aulas no bloco G. “Nesta primeira fase, vamos manter as esquadrias originais, não haverá troca”, disse o engenheiro civil e de segurança Pedro Adolfo.

Ele explicou ainda que as intervenções que provocarão mais barulho serão intensificadas no período de férias (final de junho e todo o mês de julho), além dos finais de semana. “Há uma particularidade arquitetônica neste prédio em que as vigas e pilares são mais expostos e por isso eles precisam passar por uma recuperação”. A obra vai trazer melhorias também para as instalações dos aparelhos de ar-condicionado, que vão receber acabamento no padrão visual já existente no bloco B.

Ainda segundo o SEAR, trinta e cinco profissionais estão trabalhando na obra. A equipe recebeu treinamentos sobre segurança, higiene e sustentabilidade. “Tudo é normatizado pelo Ministério Público do Trabalho, além disso elaboramos um projeto de gerenciamento da obra que vai desde a gestão dos riscos, mapeamento da segurança, planejamento logístico até comunicação”.

O procedimento está organizado seguindo as divisões do bloco. “Pouca gente sabe, mas o bloco G é dividido em G1, G2, G3 e G4. Essas divisões são demarcadas pelas caixas dos elevadores”, complementa Pedro ao informar que a obra vai até o anexo onde está a Pós-graduação (G4).

Foto – A intervenção vai ganhar uma cara própria, bem diferente da que estamos acostumados a ver pela cidade. O branco do tapume não foi escolhido ao acaso, ele vai dar lugar às cores de desenhos de artistas plásticos e também imagens produzidas por alunos e professores do curso tecnológico de Fotografia da Unicap. Haverá até um espaço para a técnica conhecida como “lambe-lambe”.

print

Compartilhe:

Deixe um comentário